Web Design Responsivo – sites adaptáveis a dispositivos móveis

Web Design responsivo

sites adaptáveis a dispositivos móveis? Sim é um realidade.

O número crescente de utilizadores de internet através de dispositivos móveis como o iPhone, iPad e outros smartphones ou tablets, criou uma nova exigência na indústria do desenvolvimento web: websites com layout responsivo, que se adaptam a estes pequenos dispositivos.

Desenvolvemos websites com design responsivo, que se adaptam a dispositivos móveis, promovendo uma usabilidade adequada à dimensão e formato destes dispositivos. Contacte-nos ou de preferir peça uma proposta para o seu projecto móvel.

versão mobile

Alguns Sites exigem mais do que um layout responsivo e, nestes casos, é desenvolvida uma versão mobile do website de raiz, com características e funcionalidades orientadas para o utilizador de dispositivos móveis.

A versão mobile de um Site permite  dedicar um não só um layout, grafismo e navegabilidade mais apropriada, como também, criar uma estrutura de conteúdos própria e mais adequada ao utilizador de dispositivos móveis.

 

mobile marketing

A Google considera os websites responsivos (ou com versão mobile), como um novo factor de qualidade para os anúncios no Adwords.

Como resultado, as campanhas optimizadas para dispositivos móveis oferecem prioridade e melhor desempenho para esses websites. Este tipo de campanhas geram normalmente mais tráfego a um custo mais reduzido.

Website mobile? Agora é obrigatório.

60% do tráfego registado pela Google é realizado via smartphones e/ou tablets, o que levou a empresa norte-americana a atualizar o seu algoritmo, penalizando os websites que não apresentem adaptabilidade a dispositivos móveis.

 

Face a este enquadramento, ter um website responsivo (ou com versão mobile) deixa de ser opcional, mas sim uma exigência absoluta para quem pretende assegurar a visibilidade do seu site na internet.

 

Como fazer meu site vender mais?

Como fazer meu site vender mais?

Depois de muito esforço, estudos e investimento, você finalmente coloca o seu site no ar. Mas aí, fica a dúvida: será que ele vai conseguir cumprir seu papel de vendedor? Caso não, você então se pergunta: como fazer meu site vender mais?

Não importa se o seu site é um e-commerce que trabalha diretamente com a venda do produto, ou um site institucional, cujo “produto” vendido é a imagem da sua empresa. Se ele não traz resultados positivos para você, não serve para nada.

A Realidade Atual do Comércio Eletrônico

Vamos analisar alguns pontos:

O trabalho desenvolvido em e-commerce no Brasil é um dos mais poderosos do mundo, com crescimento que supera a marca de 15% anual. Em compensação, o número de entrantes no mercado é alto, sendo que eles utilizam técnicas cada vez mais sofisticadas. Isto torna a briga pelas primeiras colocações nos buscadores um embate digno de gladiadores romanos.

Ou seja, a arte de atrair os usuários está cada vez mais complexa. Não basta só colocar um site na web, é preciso fazê-lo vender para você. Também não adianta ter o melhor produto, o menor preço ou as formas de pagamento mais convenientes. Isto ficou para trás! Você precisa ter uma oferta de produto mais atrativa, ou uma imagem, no caso de um site institucional.

Como Fazer uma Oferta de Produto Mais Atrativa

Não existe uma solução padrão para isto, nem mesmo uma resposta instantânea. Como fazer meu site vender mais é uma pergunta que é respondida diariamente, num processo de análise, de tomada de decisões baseadas em dados e nunca em achismos ou “chutes”.

Existem algumas ramificações do marketing digital que, ao serem trabalhadas de maneira mais efetiva, podem melhorar, e muito, as vendas de seu site. Sendo assim, a Cia Web Sites separou 8 dicas especiais para você aumentar vendas pela internet e superar as próprias expectativas!

8 Dicas para Aumentar suas Vendas na Internet

1) Conheça o seu Público

Este é o ponto central para se conseguir vender qualquer coisa:

  • Quem é seu público?
  • O que ele quer?
  • Quando ele quer?
  • Onde ele quer?
  • Como ele quer?
  • Quanto ele quer pagar?

Pode parecer balela, mas é incrível a quantidade de empresas que simplesmente ignora seu público na hora de criar um site ou confeccionar alguma campanha.

Uma grande vantagem que a internet nos dá é a precisão na análise de dados. Por exemplo, pelo Google Analytics (ferramenta gratuita de monitoramento de sites do Google), é possível levantar inúmeras informações úteis; só precisamos saber aplicá-las!

Identificando as Necessidades do seu Público

Conhecer o seu público não significa estritamente montar um público alvo (classe A, moradores da região norte de BH, com idades entre…). É entender todas as etapas do processo de compra de seu consumidor. Uma vez mapeado o seu comportamento, podemos identificar gargalos e oportunidades que podem ser aproveitadas em seu site. Podemos separar este processo em 3 etapas:

– Estado Antecedente

Estado que antecede o momento da compra. São situações que levam a pessoa a querer consumir o seu produto. Elas podem ser divididas em fatores situacionais, pelo contexto de uso, pela pressão do tempo, pelo humor, orientação, influenciadores, etc.

– Ambiente de Compra

Estratégias feitas no momento da venda para influenciar seu usuário a efetivar a compra. Algumas delas são: experiência de compra, estímulo no ponto de venda, interação na venda, etc.

– Processo Pós-vendas

São estratégias montadas na pós-venda para criar a fidelização do cliente. Podem ser criadas através da satisfação do consumidor, do descarte do produto, dos mercados alternativos, de friend sell, etc.

Ao definir todas as etapas deste processo de compra, você irá conseguir modelar seu site de acordo com o seu público, no momento de compra específico em que ele se encontra.

Além destas orientações sobre o seu público, damos ainda algumas dicas sobre O QUE NÃO FAZER em seu site. Há algumas ações que, caso você as adote, podem acabar prejudicando ao invés de ajudar na obtenção de bons resultados comerciais.

Como o seu Site Pode Acabar Indo Contra o seu Público

  • Um site de produtos direcionados para pessoas de terceira idade, que utiliza fontes pequenas, cores fortes e uma grande quantidade de botões, vídeos, imagens, etc.
  • Uma empresa com produtos focados num público com menor poder aquisitivo, feito com um layout muito sofisticado. O contrário também é muito prejudicial, ou seja: um site direcionado a públicos de classe A, com design extremamente simples e que não transparece a proposta de valor da marca.
  • Sites que oferecem serviços, mas não possuem os cases de sucesso, imagens de trabalhos realizados, da equipe, etc.

2) Aplique Técnicas de SEO

O SEO é o conjunto de estratégias e diretrizes implementadas em seu site para que ele suba de posições no rankeamento dos mecanismos de busca, como o Google, o Bing e o Yahoo.

Os mecanismos de busca são a principal porta de entrada na web para o seu negócio. Isto é, se você estiver bem posicionado neles, seu site contará com uma quantidade significativa de visitantes.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - SEO

Esta parte necessita de uma análise mais técnica, mas existem algumas frentes com as quais você já pode ir trabalhando para obter melhores resultados. São elas:

Pesquisa de Palavra-chave

Ao fazer um estudo de palavras-chave relacionadas ao seu negócio, você consegue identificar, entre outras informações, termos que possuem menos concorrência, por exemplo.

Com estas palavras-chave, você poderá obter um resultado mais rápido e com menos esforço. Você pode conferir as palavras-chave através de ferramentas como o Google Adwords ou o SEMrush.

Conteúdo Relevante e Único

criação de conteúdo é um dos pontos principais para se atrair, de forma mais natural, usuários que realmente estão interessados no seu negócio. Os textos não precisam ser somente sobre a sua empresa, mas sim sobre o seu segmento de mercado.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Conteúdo

Link Building

Os mecanismos de buscam enxergam o link building ou backlink como uma boa prática, e assim beneficiam a sua posição nos resultados de busca. O link building é a troca de links entre sites.

Se você tem, por exemplo, um site que vende cursos de redação, pode citar em seu conteúdo um curso de outra escola parceira, direcionando o seu público a este site através de seu link.

Para que o backlink seja bem feito, o contrário também deve acontecer, ou seja, os sites, de preferência, relacionados ao seu negócio devem também criar links em conteúdos apontando para a sua URL.

Estas são apenas algumas das inúmeras técnicas para se fazer o SEO. Caso você queira utilizar a estratégia em seu site, o ideal é que você se aprofunde mais no assunto ou fale com uma empresa especializada em SEO.

3) Realize a Conversão

A conversão vem logo após o SEO. Não adianta nada atrair muitos visitantes ao seu site se eles não efetuam a compra ou, no mínimo, deixam seus contatos para uma abordagem futura. Fazer um site focado em conversão é uma arte. Você tem que conseguir “ler” muito bem os sinais de seus usuários e entender como funciona a mente dos clientes.

Aqui, muita coisa pode ser feita através de testes A/B. Vamos ver algumas dicas mais simples, que você pode começar a implementar agora em seu site:

Cores dos Botões

Por incrível que pareça, o simples ato de trocar a cor do botão, muitas vezes, já influencia no aumento da taxa de conversão. A cor em si não importa muito; o mais importante é o contraste com o resto do seu site.

Por exemplo, o botão de compra, que é o mais importante precisa ser de uma cor que não tenha sido utilizada em nenhum outro lugar do site. Isto faz com que ele ganhe destaque.

Há cases em que apenas alterar a cor do botão resultou em um aumento de quase 20% na taxa de conversão da página.

Texto dos Botões

Aqui está outro ponto importante, e que pode gerar resultados positivos sem muito esforço!

Utilizar simples estratégias temporais de senso de urgência, como colocar na descrição da conversão a frase “Comece a Implementar Agora”, ou fazer chamadas na primeira pessoa, como “Quero Testar” ou “Quero Comprar”, já podem melhorar seu resultado de conversão. Esta é a conhecida técnica de Call to Action.

Saiba mais sobre o que é CTA.

É importante, ao fazer estas alterações, comparar os dados de antes e de depois. Geralmente, são necessárias algumas tentativas em vão, até que se consiga chegar em um resultado efetivamente positivo.

4) Melhore a Usabilidade do Seu Site

A usabilidade do seu site é extremamente importante para que você possa vender mais pela internet. Uma página de internet tem que ser fácil de se mexer, com as etapas muito bem delimitadas e expostas que indiquem facilmente o caminho que o usuário deve seguir.

Sites complexos, que colocam à disposição muitas opções para o usuário, e que o deixam na dúvida, simplesmente não vendem. Estudos mostram também que, se um site demora mais do que 3 segundos para carregar, a taxa de usuários que o abandonam é gigante.

Por isto, temos que tornar o processo de compras o mais simples e prazeroso possível, e não complexo e estressante.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Usabilidade

5) Faça Garantias

Apesar do grande crescimento do e-commerce e do fortalecimento do comércio virtual, muita gente ainda tem receio de fazer compras pela internet. Portanto, para aumentar a sua taxa de vendas, ofereça garantias do seu produto.

Assim, você estimula seus visitantes a confiarem em suas ofertas. E o melhor: você demonstra confiança no seu produto ou serviço, o que, em um meio tão concorrido como a internet, pode ser um diferencial e tanto! Você pode fazer isso de algumas maneiras, veja:

  • Você trabalha com preços? Aumente a agressividade de sua campanha e dê garantias de preço, cobrindo as ofertas dos concorrentes.
  • Seu produto é extremamente útil e as pessoas que o utilizam por alguns dias não conseguem mais viver sem? Ofereça, como garantia, alguns dias de experimentação grátis.
  • Seu serviço possui qualidade acima da média e a taxa de satisfação é altíssima? Dê a garantia do serviço. Se, no período de 30 dias, o usuário não gostar, você devolve o dinheiro.

6) Aumente as Vendas pelo Mobile

Neste ano de 2017, vivemos um “boom” de acessos à web através do celular. Hoje, não basta ter um site responsivo… é necessário fazer um site específico para otimizar a usabilidade no mobile.

No mundo, temos uma quantidade de acessos superior a 50% em browser. Mas, se focarmos somente em acessos através das redes sociais em dispositivos móveis, por exemplo, os números já chegam aos 75%.

Portanto, vale apena fazer uma análise detalhada do seu site utilizando o celular e simulando o processo de compras. Assim, você poderá identificar gargalos por onde seus usuários podem estar escapando.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Mobile

7) Dedique-se ao CRM (Customer Relationship Management)

O CRM é uma ferramenta poderosa, que reúne todos os dados de seus clientes, dando informações valiosas sobre os seus hábitos de compra.

Ok, mas como fazer meu site vender mais através deste recurso?

  • Você pode criar campanhas segmentadas para cada público, aumentando muito sua assertividade.
  • Pode também conhecer a região demográfica em que seu público está, para poder modelar suas ofertas.
  • Pode identificar padrões de compra para destacar um produto ou outro, e fazer ofertas combinadas.

8) Faça a Análise de Dados

Por fim, chegamos a um dos grandes trunfos do marketing digital, que é a análise dos dados!

Realize constantemente o levantamento de dados, avaliando o que está dando certo ou não, bem como o número de visitantes, a taxa de abandono de carrinho, as páginas mais visitadas, entre outros. Com isto, você irá conseguir constatar, em TEMPO REAL, tudo o que está acontecendo no seu site.

Assim, você terá melhores condições de tomar decisões mais acertadas e de forma proativa. É só “ler os sinais” que o mercado está de dando, antecipando ameaças e identificando oportunidades.

Conclusão

Para conseguir responder, de forma satisfatória, à pergunta “como fazer meu site vender mais” é necessário realizar um processo constante de trabalho e análises, que exige dedicação e esforço. Mas, como vimos, a internet oferece um mar de possibilidades, que compensa tal dedicação. Muitas vezes, os administradores de uma empresa perdem o foco frente a inúmeras ações que trazem baixos resultados. E é exatamente nesta hora que é preciso enxergar mais longe!

É importante ressaltar que nenhuma destas técnicas isoladas irá transformar o seu site da noite para o dia, mas sim o conjunto delas. Os resultados somados é que irão possibilitar o sucesso que você sempre quis. Quer vender mais pela internet?

Design UX Vs Design UI

Design UX Vs Design UI

Design UX Vs Design UI, Cs Consumidores cada vez mais exigentes, avanços constantes na tecnologia dos sistemas e produtos, além da busca por novidades, fez com que os fabricantes pensassem em maneiras inovadoras de agradar ainda mais o público. Um site por exemplo, quanto mais rápido e prático, melhor para o usuário. E para deixar tudo isso alinhado é que entra o papel do design UX e do design UI

Mas então, o que é design UI?

Design UI (User Interface), na tradução “interface do usuário” nada mais é do que a parte visual de um projeto, onde o usuário poderá navegar e perceber todos os detalhes do trabalho. Se um designer UI projetasse sapatos, ele cuidaria da aparência, dos acessórios, da cor… esse projeto do sapato seria equivalente ao tão famoso “projeto de interface”. Então, a função de um UI designer é cuidar das cores, detalhes e todas as partes visuais de um site, por exemplo.

Ok, e o que é design UX?

UX (User Experience Design) visa oferecer assim como o próprio nome explica, a melhor experiência possível ao usuário. E o que seria isso? Voltando ao exemplo do sapato, vamos pensar: do que adianta esse sapato ser lindo se quando o usuário/cliente calçar ele no pé, sentir uma sensação de desconforto? O trabalho do design UX é justamente evitar que esse tipo de experiência aconteça, pois a função dele é proporcionar a melhor experiência que o usuário possa ter, por isso o UX está ligado aos sentimentos e sensações que o usuário tem ao utilizar um determinado produto.

O designer UX estuda sobre as necessidades reais do usuário, a fim de elaborar um bom projeto.

Quer dizer que o design UI e o design UX se integram? Um faz parte do outro?

Para o projeto ser completo, sim, é necessário o trabalho do design UI e do design UX, já que um garante a facilidade de uso, utilidade e beleza e o outro garante a eficiência agregada a sentimentos positivos que compõe a excelência de um projeto. No entanto, no livro “A Project Guide to UX Design” o autor Unger afirma que o UX agrupa as áreas do UI pois, basicamente, sem elas, não existe a experiência do usuário.  O que obriga um profissional de design UX ter conhecimento sobre UI, sendo que um profissional de UI não precisa ter necessariamente o conhecimento sobre UX.

Estrutura de Conteúdo para Websites

Estrutura conteúdo para websites(conteúdo voltado para pessoas, e não para bots de busca) pode ser representada por um pirâmide, sendo esta dividida; cada parte representaria um aspecto importante da estrutura lógica dos sites.

Pirâmide de conteúdo: estrutura lógica de web sites (na perspectiva das pessoas / visitantes).

O próprio Thies dá explicações a respeito de cada divisão; com minhas próprias palavras (decorrentes de como interpretei a explicação), ficaria algo mais ou menos assim:

Página inicial

De acordo com Dan Thies, a página inicial é onde a maioria dos visitantes entram (ou conhecem) na maioria dos web sites e, embora possa ser feito um trabalho (SEO) para que outras páginas tenham um bom posicionamento, com o intuito de as pessoas entrarem no site através delas (o que acontece, efetivamente), a página inicial é visitada por mais pessoas e mais freqüentemente que qualquer outra página dos sites.

A “regra de ouro” é que se as pessoas conseguirem encontrar o que elas procuram (naquele site) a partir da home page, então o desenvolvedor optou pelo caminho certo; do contrário, há bastante trabalho a ser feito.

Segundo minha própria experiência na área (e o comentário do colega Alexis corrobora isso), parece que a afirmativa de que a página inicial é mais visitada e mais frequentemente que outras páginas do site já foi correta, atualmente valendo somente para determinados tipos de sites, como portais de notícias, por exemplo.

Categorias

A segunda “parte” é referente às categorias (“roadmap pages”, como Thies chama). Esta divisão da pirâmide é relativa à estrutura de páginas (ou hierarquia de diretórios), mais especificamente à maneira como esta estrutura está organizada e, a partir desta organização, o qual fácil é para quem está no web site encontrar a informação que deseja ou realizar uma tarefa que é necessária.

Há um mito na área de usabilidade na web que apregoa: “Qualquer informação no site deve estar a, no máximo, 3 cliques”. Na verdade, não é bem assim. Como cita Dan Thies (e Jacob Nielsen, também, em seu livro “Projetando Websites com Usabilidade”), as pessoas não se importam tanto com a quantidade de cliques que têm que dar, desde que o “trajeto” seja simples e que, a cada clique dado, a proximidade do objetivo almejado seja maior.

Com esta preciosa informação em mente, é possível pensar melhor na arquitetura da informação do web site e como ela pode facilitar (ou não…) a experiência do usuário.

Por “curiosidade”, na perspectiva de SEO, a segunda parte da pirâmide é formada por qualquer página do site que consiga fazer link com a página inicial.

Conteúdo

As “Destination pages” (literalmente como consta no livro para designar o conteúdo, propriamente dito), em um site típico, são as mais importantes, na perspectiva das informações e processos de web sites. O esquema de navegação de um “visitante comum” costuma ser o seguinte:

Esquema de navegação de pessoam que visitam web sites.

Exemplificando com um site de e-commerce, as “roadmap pages” seriam as categorias de produtos (eletrodomésticos, livros, CDs, etc) e as “destination pages” seriam as descrições de cada produto dentro de uma dessas categorias. Em uma perspectiva de otimização para mecanismos de busca, as “destination pages” seriam quaisquer páginas que ficam a 2 cliques da página inicial.

Novamente, isso deve ser interpretado à época da escrita do livro. Até mesmo por feeling é possível observar que essa suposta  estrutura navegacional não é seguida à risca pelo “usuário”, sendo o comportamento (“hábito”?) de procurar algo em buscadores e acessar página específica, diretamente, bem mais evidente.

Conteúdo profundo

Na maioria dos web sites, ter até três níveis de conteúdo (destination pages) é o suficiente: é possível ter milhares de páginas utilizando este profundidade.

A partir deste “limite”, é preciso fazer um trabalho um pouco mais elaborado (quer dizer, diferenciado) de SEO para uma adequada indexação de páginas que ultrapassam o terceiro nível do site. Então, segundo o que Dan Thies dá a entender, somente em casos em que realmente é preciso que devemos fazer um site com uma estrutura mais aprofundada que 3 níveis (que são mais que o suficiente).

Algo que, levando em consideração a Pirâmide de Conteúdo, faz bastante sentido; mas, devemos lembrar, este é um estudo e opinião de Thies e, não necessariamente, é uma constante para todo e qualquer tipo de site. É importante ter isso em mente.

Conclusão sobre a “Pirâmide de Conteúdo para Pessoas”

Ainda não terminei de ler o livro de Dan Thies; de qualquer maneira, digo que, até o momento, li coisas sobre SEO interessantíssimas, que jamais havia lido sobre o assunto.

Esta “pirâmide de conteúdo”, que representa a estrutura lógica de web sites para pessoas, realmente faz algum sentido. Somando a experiência do autor na área (anos de atuação) com as palavras e a lógica que ele se utilizou no livro, muito provavelmente esta analogia da pirâmide é correta.

Entretanto, como resguardado em vários momentos do artigo, estes são estudos e conclusões a que Thies chegou e compartilhou à época da publicação do livro. Para a atualidade, muitas dessas “regras” não se aplicam a todos os tipos de sites e/ou podem ser relativizadas, servindo a “Pirâmide de Thies” para pautar estudos e formular teorias de desenvolvimento, nunca como paradigma absoluto que deve ser cegamente seguida.

SEO e Experiência de Utilizador (UX)

Experiência do Utilizador (ou User Experience, também chamada UX) desempenha um papel fundamental em orientar decisões básicas que moldam web sites e produtos digitais e, cada vez mais, está “tomando seu lugar à mesa”, por assim dizer. A razão é porque UX é multidisciplinar, englobando Design, Arquitetura da Informação, Usabilidade, Design de Interface, Estratégia de Conteúdo e Pesquisa. Apesar da sua relativa “juventude”, UX, como disciplina, tem crescido exponencialmente nos últimos anos.

Consultores de SEO são trazidos mais tarde ao processo e, geralmente, têm um alcance de trabalho limitado em UX, mas seus esforços podem ter um impacto mais amplo por causa dos números. Então, por que SEO parecem ter menos força com a liderança executiva?

Ambas as disciplinas construíram suas reputações na tomada de decisões apoiadas por dados, mas como especialistas em SEO podem aplicar o sucesso de UX em seus cargos?

Breve história

Pessoas que trabalham com Experiência do Utilizador (UX) não acabaram de surgir. Eles eram psicólogos, jornalistas, designers de interface e arquitetos da informação – pessoas que escutam bem e pode traduzir suas descobertas em recomendações contextuais. UX, em sua forma atual, existe desde meados da década de 1990. Anteriormente, pessoas da área de UX estariam trabalhando em áreas afins como:

  • Psicologia
  • Ergonomia
  • Interação Humano-Computador
  • Design de Produtos
  • Biblioteconomia

SEO existe desde, pelo menos, 1997, e evoluiu em conjunto com a tecnologia. Antes disso, o análogo mais óbvio seria marketing. Há pontos em comum definidos nos dados que os profissionais de UX e SEO trabalham, mas as pessoas que trabalham nestas áreas têm diferentes origens e prioridades que podem contribuir para a desconexão entre os dois.

A maioria das pessoas que querem/têm um site veem SEO como uma grande prioridade. Ninguém quer pagar por um sistema que não existe aos olhos dos mecanismos de busca e, portanto, corre o risco de ter seu crescimento obstruído. SEO é uma preocupação crítica, mas é, em última análise, secundária a uma grande experiência.

O papel da UX

Círculos multidisciplinares da UX

Implementar processos centrados no utilizador se tornou uma prioridade em muitas empresas porque tem um alto retorno sobre o investimento (ROI), muitas vezes resultando, diretamente, em maior satisfação do cliente, crescimento do negócio e engajamento de marca.

Não existe uma definição singular sobre o que é o processo de UX, já que os que atuam na área trazem sua própria combinação única de habilidades e conhecimentos para os projetos e porque as recomendações variam de acordo com cada contexto em que se está trabalhando.

Alguns diriam que UX se concentra em acrescentar “personalidade” e utilidade para um meio inerentemente sem emoção. Um bom profissional de UX irá:

  • Ajudar pessoas (“utilizadores”) a alcançar seus objetivos
  • Equilibrar os objetivos do negócio com a integridade da experiência do utilizador
  • Em última instância, ajudar as pessoas a melhorar suas vidas através da tecnologia

A grande marca de um consultor de UX é a facilitação (entre as preocupações dos stakeholders, estratégia, design, conteúdo e engenharia). Consultores de UX idealmente atuam como agentes de mudança dentro das empresas.

SEO e UX são diferentes

UX e SEO numa corrida de revesamento

As pessoas realmente não enxergar uma interseção entre UX e SEO. É mais ou menos como na Corrida de Revezamento: eles não querem se tocar, só querem se apressar e seguir em frente.

Simplificando, SEO leva as pessoas a um site, aumentando a encontrabilidade de informações; e UX as mantêm lá, fazendo com que a informação seja envolvente e utilizável. Não é mágica. Os comportamentos de busca de informação que as pessoas usam para encontrar o que estão procurando pela primeira vez são muito diferentes dos “gatilhos” que levam a tráfego repetido.

Ambas as disciplinas são necessárias para acomodar diferentes tipos de informações de comportamentos de busca; o objetivo primordial deve ser o equilíbrio entre o ranking nos mecanismos de busca e a integridade da experiência da marca. Em última instância, a relação do utilizador de longa duração é com a experiência.

“Me dê alguma coisa acionável”

Todo estão fazendo o trabalho necessário para ajudar produtos digitais a encontrarem sua audiência; como isso é alcançado é “o” ponto de diferenciação. Tudo se resume a todos pedindo a mesma coisa: “Me dê alguma coisa acionável”.

O que UX e SEO consideram como “acionável”?

SEO considera métricas web como acionável – dados quantitativos que são derivados a partir de medições. Ao lidar com o tráfego web, minutos ganhos podem se traduzir em números enormes em sites de grande escala. Devido ao fato de os consultores serem trazidos mais tarde no ciclo de planejamento de um produto, há uma ênfase em melhorias incrementais conforme o tempo passa.

UX emprega métodos de pesquisa qualitativa e quantitativa em sua busca pelo equilíbrio entre utilidade e prazer. Dependendo do projeto, você pode precisar de dados quantitativos, como web analytics. Outras vezes você pode usar dados qualitativos como:

  • Entrevistas com utilizadores
  • Análise heurística
  • Pesquisa de campo

Essas fontes de dados, qualitativas e quantitativas, são essenciais para a identificação de oportunidades de mudança – grandes e pequenas.

Estratégia de Conteúdo e SEO a longo prazo

A longo prazo, SEO deve quase que cuidar de si mesmo com uma boa Estratégia de Conteúdo e uma “voz de marca” diferenciada – conteúdo real deveria, teoricamente, levar a ganhos reais de tráfego.

Envolvente, o conteúdo exclusivo é essencial para a sua estratégia, claro. Essa estratégia poderia envolver o crescimento do “estilo” de uma marca ou o estabelecimento de liderança de pensamento em um campo, em particular, ou o desenvolvimento de uma marca orientada a serviço. Conteúdos novos também são cruciais se você está focado em compartilhamento social e backlinking, já que ambos aumentam o alcance de um site e fazem crescer a base de utilizadores.

Técnicas de SEO podem desvirtuar a Estratégia deConteúdo se aplicadas em excesso. Quando os ganhos são mais de de otimização, ao invés de conteúdo real, relevante, a experiência geral é diminuída. A desvantagem desta maior ênfase na estratégia de conteúdo é que SEOs podem, eventualmente, não serem mais necessários em dado momento.

Mas existe alguma forma de agregar valor e fazer crescer o papel de SEO que não está em desacordo com a experiência holística do cliente?

Educação como chave para a elevação da disciplina

É a educação a chave para elevar a disciplina e levar a SEO para o próximo nível?

Uma coisa que UX tem feito muito bem na última década é se promover. Existe uma comunidade ativa na internet dedicada a melhorar e legitimar a UX, ajudando a próxima geração de profissionais da área a crescer em seus cargos.

Design originalmente se referia ao apelo visual, mas esses esforços criativos muitas vezes tornaram muitos sites inutilizáveis… Design se expandiu para incluir UX, o que transformou o site atrativo num sistema coeso. Os sistemas foram ficando funcionais e atrativos, mas não particularmente interessantes, daí a necessidade da Estratégia de Conteúdo.

Qual é o objetivo de um sistema atraente, funcional e envolvente que não se pode encontrar? Assim, a necessidade de SEO. É um pouco de especialidade nicho que às vezes é tratado como um adendo pelo pessoal que faz a administração.

SEO ainda está, muitas vezes, associado a táticas questionáveis devido à época em que era mais comum que atualmente comprometer a experiência global em função de pequenos ganhos em rankings de busca. Táticas como:

  • “Keyword stuffing”
  • Rodapés obesos, cheios de links
  • Conteúdo falso e/ou de baixa qualidade

Capacitar a próxima geração de designers e SEOs para tomar decisões inteligentes e educar as partes interessadas nesse sentido é a chave para o crescimento da disciplina e elevação da percepção do nível executivo de SEO.

Jakob Nielsen recentemente levantou um excelente ponto sobre SEO de curto prazo ser, principalmente, sobre um bom design. E a definição de “bom design” deve incluir projetar com SEO em mente, para além de todas as outras coisas que os designers de hoje têm de se preocupar. Seria incentivar jovens designers de projetos de sistemas a não violarem os princípios básicos de encontrabilidade, acessibilidade e credibilidade.

Quando designers se preocupam com os princípios básicos de SEO, eles têm o poder de melhorar a integridade de seus projetos. Quando as pessoas têm um sentimento de “posse” do processo, eles são mais propensos a valorizar a ênfase adicional nas melhores práticas de SEO. Consultores então seriam livres para o trabalho mais especializado ou para encontrar novas maneiras de contribuir para expandir a definição de seus papéis.

O valor de UX

Não existe uma quantidade finita de trabalho, empregos ou de receita; a grande coisa a respeito de UX é o tanto que as pessoas estão dispostas a pagar por isso. Rúben Steiger fala sobre isso em seu artigo “Who’s the Chief Experience Officer?“.

Em seu livro “Future Shock”, de 1971, o futurista Alvin Toffler falou sobre a vindoura “indústria experiencial” em que as pessoas no futuro estariam dispostas a alocar altos percentuais de seus salários para viver experiências incríveis […] […] Empresas precisam começar a pensar sobre a relação holística entre suas marcas, produtos e serviços. “Moldar” uma experiência requer um projeto que considera estes três elementos de marca, produto e serviço, a fim de gerar resultados bem sucedidos.

Faz sentido que as empresas teriam que sentar e prestar atenção às oportunidade em mãos. Diretores de Experiência (CXOs) até já começaram a fazer incursões na estrutura executiva da indústria da tecnologia. Quantos profissionais fizeram isso recentemente?

Muitas empresas querem ser a Apple, uma empresa reconhecida pela qualidade de sua UX, mas estes “wannabes” (termos pejorativo para se referir a pessoas que querem ser o que não são) não estão dispostos a colocar o trabalho em seus processos de design de produto e cadeia de suprimentos para suavizar os solavancos. Você não pode simplesmente imitar a aparência de um sistema porque, no minuto em que os utilizadores começarem a tentar fazer as coisas que querem/precisam fazer, as diferenças se tornam claras.

Experiência do Utilizadores tem um lugar à mesa porque o valor agregado é claro. Processos eficientes de design centrado no utilizador resultam em maior satisfação do cliente, o crescimento do negócio e num engajamento global de marca. A contribuição da UX para produtos digitais, em última análise, ajuda as pessoas a melhorarem suas vidas através da tecnologia.

Pode a SEO ganhar um assento à mesa?

Pode a SEO ganhar um assento à mesa?

Especialistas em SEO podem ter de se adaptar a fim de evitar o destino de “marginalização”. Estratégia de Conteúdo apenas começou a ter seu “lugar ao sol” e sua contínua popularidade poderia reduzir a necessidade de otimização de busca para todos. Especialistas em SEO terão que aprender novas especialidades no futuro ou enfrentar a concorrência cada vez mais dura por trabalhos? Há outras oportunidades além dos paradigmas habituais para fazer crescer a posição de SEO dentro das organizações?

UX capturou o Zeitgeist (“Espírito do Tempo”) porque tem uma comunidade robusta dedicada a crescer, educar e legitimar o campo, e provou seu valor para a liderança executiva. Alguns diriam que SEO tem um problema de percepção, indo sempre pelo caminho do nível executivo.

Pode ser hora de considerar uma reeducação das partes interessadas e membros da equipe sobre o valor de SEO.