O que é o Certificado SSL

Certificado SSL

O que significa SSL?

Certificado SSL, ou então SSL (Secure Sockets Layer) é a tecnologia de segurança padrão para estabelecer um ligação encriptada entre um servidor web e um browser.

O que é um certificado SSL?

Certificado SSL , são pequenos arquivos de dados que ligam digitalmente uma chave criptográfica aos detalhes de uma organização.

certificado ssl
certificado ssl

Para que serve?

Este ligação garante que todos os dados transmitidos entre o servidor web e browsers permaneçam privados e não sejam comprometidos. O SSL é um padrão da indústria e é usado por milhões de sites na protceção das suas transações on-line com seus clientes.

Como funciona?

Para poder criar uma ligação SSL, um servidor web requer um certificado SSL. Quando opta por activar o SSL no seu alojamento, será solicitado que preencha uma série de perguntas sobre a identidade do seu site e da sua empresa. Serão criadas chaves encriptadas – uma chave privada e uma chave pública.

A chave pública não precisa ser secreta e é colocada num Certificate Signing Request (CSR) – um arquivo de dados que também contém a informação previamente inserida. Deve então submeter o CSR. Durante o processo de solicitação de Certificado SSL, a Autoridade de Certificação validará os dados e emitirá o Certificado SSL. O seu alojamento irá relacionar o Certificado SSL emitido à sua Chave Privada previamente gerada. O servidor web, em seguida, será capaz de estabelecer uma ligação encriptada entre o site e o browser de quem acede.

Quando um browser acede a um site seguro, irá analisar o certificado SSL do site e verificar se este  não está expirado,  se foi emitido por uma autoridade de certificação que o browser confia e se está a ser usado pelo domínio para o qual foi emitido. Se falhar em qualquer uma dessas verificações, o browser irá apresentar um aviso ao utilizador informando que o domínio não está protegido por Certificado SSL. Atenção o seu site também vai gostar.

Onde posso comprar?

A WebHS fornece um vasto leque de certificados SSL, sendo que trabalhamos com a Comodo, RapidSSL, GeoTrust, Alpha SSL, thawte e Symantec. Veja qual será ideal para si em url de destino.
comodo     
  symantec

Web Design Responsivo – sites adaptáveis a dispositivos móveis

Web Design responsivo

sites adaptáveis a dispositivos móveis? Sim é um realidade.

O número crescente de utilizadores de internet através de dispositivos móveis como o iPhone, iPad e outros smartphones ou tablets, criou uma nova exigência na indústria do desenvolvimento web: websites com layout responsivo, que se adaptam a estes pequenos dispositivos.

Desenvolvemos websites com design responsivo, que se adaptam a dispositivos móveis, promovendo uma usabilidade adequada à dimensão e formato destes dispositivos. Contacte-nos ou de preferir peça uma proposta para o seu projecto móvel.

versão mobile

Alguns Sites exigem mais do que um layout responsivo e, nestes casos, é desenvolvida uma versão mobile do website de raiz, com características e funcionalidades orientadas para o utilizador de dispositivos móveis.

A versão mobile de um Site permite  dedicar um não só um layout, grafismo e navegabilidade mais apropriada, como também, criar uma estrutura de conteúdos própria e mais adequada ao utilizador de dispositivos móveis.

 

mobile marketing

A Google considera os websites responsivos (ou com versão mobile), como um novo factor de qualidade para os anúncios no Adwords.

Como resultado, as campanhas optimizadas para dispositivos móveis oferecem prioridade e melhor desempenho para esses websites. Este tipo de campanhas geram normalmente mais tráfego a um custo mais reduzido.

Website mobile? Agora é obrigatório.

60% do tráfego registado pela Google é realizado via smartphones e/ou tablets, o que levou a empresa norte-americana a atualizar o seu algoritmo, penalizando os websites que não apresentem adaptabilidade a dispositivos móveis.

 

Face a este enquadramento, ter um website responsivo (ou com versão mobile) deixa de ser opcional, mas sim uma exigência absoluta para quem pretende assegurar a visibilidade do seu site na internet.

 

Como fazer meu site vender mais?

Como fazer meu site vender mais?

Depois de muito esforço, estudos e investimento, você finalmente coloca o seu site no ar. Mas aí, fica a dúvida: será que ele vai conseguir cumprir seu papel de vendedor? Caso não, você então se pergunta: como fazer meu site vender mais?

Não importa se o seu site é um e-commerce que trabalha diretamente com a venda do produto, ou um site institucional, cujo “produto” vendido é a imagem da sua empresa. Se ele não traz resultados positivos para você, não serve para nada.

A Realidade Atual do Comércio Eletrônico

Vamos analisar alguns pontos:

O trabalho desenvolvido em e-commerce no Brasil é um dos mais poderosos do mundo, com crescimento que supera a marca de 15% anual. Em compensação, o número de entrantes no mercado é alto, sendo que eles utilizam técnicas cada vez mais sofisticadas. Isto torna a briga pelas primeiras colocações nos buscadores um embate digno de gladiadores romanos.

Ou seja, a arte de atrair os usuários está cada vez mais complexa. Não basta só colocar um site na web, é preciso fazê-lo vender para você. Também não adianta ter o melhor produto, o menor preço ou as formas de pagamento mais convenientes. Isto ficou para trás! Você precisa ter uma oferta de produto mais atrativa, ou uma imagem, no caso de um site institucional.

Como Fazer uma Oferta de Produto Mais Atrativa

Não existe uma solução padrão para isto, nem mesmo uma resposta instantânea. Como fazer meu site vender mais é uma pergunta que é respondida diariamente, num processo de análise, de tomada de decisões baseadas em dados e nunca em achismos ou “chutes”.

Existem algumas ramificações do marketing digital que, ao serem trabalhadas de maneira mais efetiva, podem melhorar, e muito, as vendas de seu site. Sendo assim, a Cia Web Sites separou 8 dicas especiais para você aumentar vendas pela internet e superar as próprias expectativas!

8 Dicas para Aumentar suas Vendas na Internet

1) Conheça o seu Público

Este é o ponto central para se conseguir vender qualquer coisa:

  • Quem é seu público?
  • O que ele quer?
  • Quando ele quer?
  • Onde ele quer?
  • Como ele quer?
  • Quanto ele quer pagar?

Pode parecer balela, mas é incrível a quantidade de empresas que simplesmente ignora seu público na hora de criar um site ou confeccionar alguma campanha.

Uma grande vantagem que a internet nos dá é a precisão na análise de dados. Por exemplo, pelo Google Analytics (ferramenta gratuita de monitoramento de sites do Google), é possível levantar inúmeras informações úteis; só precisamos saber aplicá-las!

Identificando as Necessidades do seu Público

Conhecer o seu público não significa estritamente montar um público alvo (classe A, moradores da região norte de BH, com idades entre…). É entender todas as etapas do processo de compra de seu consumidor. Uma vez mapeado o seu comportamento, podemos identificar gargalos e oportunidades que podem ser aproveitadas em seu site. Podemos separar este processo em 3 etapas:

– Estado Antecedente

Estado que antecede o momento da compra. São situações que levam a pessoa a querer consumir o seu produto. Elas podem ser divididas em fatores situacionais, pelo contexto de uso, pela pressão do tempo, pelo humor, orientação, influenciadores, etc.

– Ambiente de Compra

Estratégias feitas no momento da venda para influenciar seu usuário a efetivar a compra. Algumas delas são: experiência de compra, estímulo no ponto de venda, interação na venda, etc.

– Processo Pós-vendas

São estratégias montadas na pós-venda para criar a fidelização do cliente. Podem ser criadas através da satisfação do consumidor, do descarte do produto, dos mercados alternativos, de friend sell, etc.

Ao definir todas as etapas deste processo de compra, você irá conseguir modelar seu site de acordo com o seu público, no momento de compra específico em que ele se encontra.

Além destas orientações sobre o seu público, damos ainda algumas dicas sobre O QUE NÃO FAZER em seu site. Há algumas ações que, caso você as adote, podem acabar prejudicando ao invés de ajudar na obtenção de bons resultados comerciais.

Como o seu Site Pode Acabar Indo Contra o seu Público

  • Um site de produtos direcionados para pessoas de terceira idade, que utiliza fontes pequenas, cores fortes e uma grande quantidade de botões, vídeos, imagens, etc.
  • Uma empresa com produtos focados num público com menor poder aquisitivo, feito com um layout muito sofisticado. O contrário também é muito prejudicial, ou seja: um site direcionado a públicos de classe A, com design extremamente simples e que não transparece a proposta de valor da marca.
  • Sites que oferecem serviços, mas não possuem os cases de sucesso, imagens de trabalhos realizados, da equipe, etc.

2) Aplique Técnicas de SEO

O SEO é o conjunto de estratégias e diretrizes implementadas em seu site para que ele suba de posições no rankeamento dos mecanismos de busca, como o Google, o Bing e o Yahoo.

Os mecanismos de busca são a principal porta de entrada na web para o seu negócio. Isto é, se você estiver bem posicionado neles, seu site contará com uma quantidade significativa de visitantes.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - SEO

Esta parte necessita de uma análise mais técnica, mas existem algumas frentes com as quais você já pode ir trabalhando para obter melhores resultados. São elas:

Pesquisa de Palavra-chave

Ao fazer um estudo de palavras-chave relacionadas ao seu negócio, você consegue identificar, entre outras informações, termos que possuem menos concorrência, por exemplo.

Com estas palavras-chave, você poderá obter um resultado mais rápido e com menos esforço. Você pode conferir as palavras-chave através de ferramentas como o Google Adwords ou o SEMrush.

Conteúdo Relevante e Único

criação de conteúdo é um dos pontos principais para se atrair, de forma mais natural, usuários que realmente estão interessados no seu negócio. Os textos não precisam ser somente sobre a sua empresa, mas sim sobre o seu segmento de mercado.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Conteúdo

Link Building

Os mecanismos de buscam enxergam o link building ou backlink como uma boa prática, e assim beneficiam a sua posição nos resultados de busca. O link building é a troca de links entre sites.

Se você tem, por exemplo, um site que vende cursos de redação, pode citar em seu conteúdo um curso de outra escola parceira, direcionando o seu público a este site através de seu link.

Para que o backlink seja bem feito, o contrário também deve acontecer, ou seja, os sites, de preferência, relacionados ao seu negócio devem também criar links em conteúdos apontando para a sua URL.

Estas são apenas algumas das inúmeras técnicas para se fazer o SEO. Caso você queira utilizar a estratégia em seu site, o ideal é que você se aprofunde mais no assunto ou fale com uma empresa especializada em SEO.

3) Realize a Conversão

A conversão vem logo após o SEO. Não adianta nada atrair muitos visitantes ao seu site se eles não efetuam a compra ou, no mínimo, deixam seus contatos para uma abordagem futura. Fazer um site focado em conversão é uma arte. Você tem que conseguir “ler” muito bem os sinais de seus usuários e entender como funciona a mente dos clientes.

Aqui, muita coisa pode ser feita através de testes A/B. Vamos ver algumas dicas mais simples, que você pode começar a implementar agora em seu site:

Cores dos Botões

Por incrível que pareça, o simples ato de trocar a cor do botão, muitas vezes, já influencia no aumento da taxa de conversão. A cor em si não importa muito; o mais importante é o contraste com o resto do seu site.

Por exemplo, o botão de compra, que é o mais importante precisa ser de uma cor que não tenha sido utilizada em nenhum outro lugar do site. Isto faz com que ele ganhe destaque.

Há cases em que apenas alterar a cor do botão resultou em um aumento de quase 20% na taxa de conversão da página.

Texto dos Botões

Aqui está outro ponto importante, e que pode gerar resultados positivos sem muito esforço!

Utilizar simples estratégias temporais de senso de urgência, como colocar na descrição da conversão a frase “Comece a Implementar Agora”, ou fazer chamadas na primeira pessoa, como “Quero Testar” ou “Quero Comprar”, já podem melhorar seu resultado de conversão. Esta é a conhecida técnica de Call to Action.

Saiba mais sobre o que é CTA.

É importante, ao fazer estas alterações, comparar os dados de antes e de depois. Geralmente, são necessárias algumas tentativas em vão, até que se consiga chegar em um resultado efetivamente positivo.

4) Melhore a Usabilidade do Seu Site

A usabilidade do seu site é extremamente importante para que você possa vender mais pela internet. Uma página de internet tem que ser fácil de se mexer, com as etapas muito bem delimitadas e expostas que indiquem facilmente o caminho que o usuário deve seguir.

Sites complexos, que colocam à disposição muitas opções para o usuário, e que o deixam na dúvida, simplesmente não vendem. Estudos mostram também que, se um site demora mais do que 3 segundos para carregar, a taxa de usuários que o abandonam é gigante.

Por isto, temos que tornar o processo de compras o mais simples e prazeroso possível, e não complexo e estressante.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Usabilidade

5) Faça Garantias

Apesar do grande crescimento do e-commerce e do fortalecimento do comércio virtual, muita gente ainda tem receio de fazer compras pela internet. Portanto, para aumentar a sua taxa de vendas, ofereça garantias do seu produto.

Assim, você estimula seus visitantes a confiarem em suas ofertas. E o melhor: você demonstra confiança no seu produto ou serviço, o que, em um meio tão concorrido como a internet, pode ser um diferencial e tanto! Você pode fazer isso de algumas maneiras, veja:

  • Você trabalha com preços? Aumente a agressividade de sua campanha e dê garantias de preço, cobrindo as ofertas dos concorrentes.
  • Seu produto é extremamente útil e as pessoas que o utilizam por alguns dias não conseguem mais viver sem? Ofereça, como garantia, alguns dias de experimentação grátis.
  • Seu serviço possui qualidade acima da média e a taxa de satisfação é altíssima? Dê a garantia do serviço. Se, no período de 30 dias, o usuário não gostar, você devolve o dinheiro.

6) Aumente as Vendas pelo Mobile

Neste ano de 2017, vivemos um “boom” de acessos à web através do celular. Hoje, não basta ter um site responsivo… é necessário fazer um site específico para otimizar a usabilidade no mobile.

No mundo, temos uma quantidade de acessos superior a 50% em browser. Mas, se focarmos somente em acessos através das redes sociais em dispositivos móveis, por exemplo, os números já chegam aos 75%.

Portanto, vale apena fazer uma análise detalhada do seu site utilizando o celular e simulando o processo de compras. Assim, você poderá identificar gargalos por onde seus usuários podem estar escapando.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Mobile

7) Dedique-se ao CRM (Customer Relationship Management)

O CRM é uma ferramenta poderosa, que reúne todos os dados de seus clientes, dando informações valiosas sobre os seus hábitos de compra.

Ok, mas como fazer meu site vender mais através deste recurso?

  • Você pode criar campanhas segmentadas para cada público, aumentando muito sua assertividade.
  • Pode também conhecer a região demográfica em que seu público está, para poder modelar suas ofertas.
  • Pode identificar padrões de compra para destacar um produto ou outro, e fazer ofertas combinadas.

8) Faça a Análise de Dados

Por fim, chegamos a um dos grandes trunfos do marketing digital, que é a análise dos dados!

Realize constantemente o levantamento de dados, avaliando o que está dando certo ou não, bem como o número de visitantes, a taxa de abandono de carrinho, as páginas mais visitadas, entre outros. Com isto, você irá conseguir constatar, em TEMPO REAL, tudo o que está acontecendo no seu site.

Assim, você terá melhores condições de tomar decisões mais acertadas e de forma proativa. É só “ler os sinais” que o mercado está de dando, antecipando ameaças e identificando oportunidades.

Conclusão

Para conseguir responder, de forma satisfatória, à pergunta “como fazer meu site vender mais” é necessário realizar um processo constante de trabalho e análises, que exige dedicação e esforço. Mas, como vimos, a internet oferece um mar de possibilidades, que compensa tal dedicação. Muitas vezes, os administradores de uma empresa perdem o foco frente a inúmeras ações que trazem baixos resultados. E é exatamente nesta hora que é preciso enxergar mais longe!

É importante ressaltar que nenhuma destas técnicas isoladas irá transformar o seu site da noite para o dia, mas sim o conjunto delas. Os resultados somados é que irão possibilitar o sucesso que você sempre quis. Quer vender mais pela internet?

Como Iniciar uma Estratégia de Marketing Digital

Uma das vertentes deste tipo de estratégia é o Marketing Digital. Hoje, ele representa uma das mais importantes formas de promoção de marcas, serviços e produtos através das ferramentas disponíveis na internet.

Mas, você sabe o que é marketing digital?

Conceito de Marketing Digital

Marketing digital é o conjunto de ações e estratégias no ambiente online, que convergem em um objetivo mercadológico pré-estabelecido. Seus principais diferenciais, em detrimento ao marketing tradicional, são a facilidade de mensurar os resultados e a escalabilidade. Isto faz com que esta estratégia seja bem mais flexível e barata do que o marketing tradicional.

A partir dos anos 1990, com a liberação da internet para o uso comercial, o marketing online vem crescendo substancialmente. Assim como a publicidade tradicional, ela é uma estratégia de alta importância. As suas principais funções são promover e lançar produtos, serviços e conceitos, bem como consolidar marcas ou empresas.

Atuar através da internet para alcançar seus objetivos de marketing é o que chamamos de ter presença digital.

Presença Digital

Com a crescente utilização da internet, possuir presença digital é algo fundamental nos dias atuais. Estar presente digitalmente é garantir que seus serviços, produtos e marca estejam disponíveis para seus clientes ou potenciais clientes durante 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Só para se ter uma ideia da amplitude disto, uma pesquisa realizada em 2015 demonstrou que 58% da população brasileira acessa à internet. Uma outra pesquisa realizada pelo Google, também em 2015, constatou que 74% dos usuários brasileiros pesquisam produtos na internet através de seus smartphones.

Maneiras de se Fazer Marketing Digital

Hoje, há empresas especializadas em possibilitar que sua empresa tenha relevância na web. Elas são conhecidas como agências de marketing digital. Estas empresas atuam no desenvolvimento de estratégias para que você possa manter a sua presença digital e alcançar o seu público alvo através da internet.

Conheça agora as principais formas que as agências de marketing digital utilizam para fazer publicidade online.

Criação de Web Sites

Para fazer um bom plano de marketing digital, o primeiro passo é a criação de um site. Ele pode ser a porta de entrada para seus clientes em potencial.

Um bom site deve transmitir credibilidade, ser moderno e de fácil navegação. Além disto, ele deve possuir conteúdo de qualidade para atender às necessidades de informação do usuário que está interessado em sua empresa e nos serviços ou produtos que você oferece.

O seu site também deve ser responsivo, ou seja, se adaptar a qualquer tamanho de tela, para que a navegação não seja prejudicada. Criar um site responsivo é fundamental hoje em dia, se pensarmos que atualmente 89% dos usuários de internet utilizam seus smartphones para navegar na web.

Otimização de Sites (SEO)

Para se criar um bom site, além das características já citadas, ele deve estar visível aos usuários nos mecanismos de busca.

Para você entender melhor do que se trata, imagine a seguinte situação…

Quando um cliente não conhece uma empresa específica, ele faz uma pesquisa nos buscadores (Google, Bing, Yahoo, etc.) para atender ao que ele deseja. Esta busca é feita através de palavras-chaves, ou seja, termos aos quais ele acredita que o seu objetivo esteja relacionado.

Se ele quer, por exemplo, encontrar uma empresa que faça o site dele, mas não sabe qual empresa contratar, ele pesquisa pelo termo “criação de sites” no buscador. Entre as opções que surgem como resultado, ele escolhe uma ou algumas para clicar e conhecer mais sobre a empresa.

A grande questão aqui é: geralmente as pessoas só clicam nas primeiras opções que aparecem nos resultados. Portanto, para que seu site apareça nas primeiras posições e tenha maiores chances de ser clicado, é necessário que seja realizado o SEO (Search Engine Optimization). SEO é o trabalho de otimização do seu site, que tem como finalidade fazer com que ele seja melhor ranqueado pelos mecanismos de busca e conquiste as primeiras posições.

Lojas Virtuais

As compras online vêm crescendo ano após ano. Em 2016, este tipo de transação cresceu 11% e tem previsão de alta para 2017. Ter uma loja virtual é a possibilidade de ter sua empresa sempre aberta, para que o seu cliente possa visitá-la de onde ele estiver. Isto pode ser fundamental para o sucesso do seu negócio.

Redes Sociais

O crescimento das redes sociais tem se tornado assustador. Com isto, o investimento em marketing digital realizado através delas também cresceu na mesma proporção.

Em 2016, 32,5% do investimento em publicidade online foi destinado às redes sociais e banners. Este crescimento aconteceu, principalmente, devido à possibilidade da criação de anúncios segmentados. Isto resultou na otimização dos gastos com marketing digital e melhorou os resultados mercadológicos.

Conclusão

Como vimos, estar presente na web é algo imprescindível nos dias atuais. Quem não é visto na internet, não tem tanta credibilidade. Além disto, acaba ficando para traz em questão de alcance de público perante a concorrência já disponível online.

E se você quer conhecer mais sobre marketing digital e outros recursos de marketing, conte com a Cia Web Sites. Aqui, você tem a melhor equipe para fazer o planejamento e a execução da sua estratégia de marketing digital. A Cia Web Sites leva você e sua empresa ao mundo online.

Design UX Vs Design UI

Design UX Vs Design UI

Design UX Vs Design UI, Cs Consumidores cada vez mais exigentes, avanços constantes na tecnologia dos sistemas e produtos, além da busca por novidades, fez com que os fabricantes pensassem em maneiras inovadoras de agradar ainda mais o público. Um site por exemplo, quanto mais rápido e prático, melhor para o usuário. E para deixar tudo isso alinhado é que entra o papel do design UX e do design UI

Mas então, o que é design UI?

Design UI (User Interface), na tradução “interface do usuário” nada mais é do que a parte visual de um projeto, onde o usuário poderá navegar e perceber todos os detalhes do trabalho. Se um designer UI projetasse sapatos, ele cuidaria da aparência, dos acessórios, da cor… esse projeto do sapato seria equivalente ao tão famoso “projeto de interface”. Então, a função de um UI designer é cuidar das cores, detalhes e todas as partes visuais de um site, por exemplo.

Ok, e o que é design UX?

UX (User Experience Design) visa oferecer assim como o próprio nome explica, a melhor experiência possível ao usuário. E o que seria isso? Voltando ao exemplo do sapato, vamos pensar: do que adianta esse sapato ser lindo se quando o usuário/cliente calçar ele no pé, sentir uma sensação de desconforto? O trabalho do design UX é justamente evitar que esse tipo de experiência aconteça, pois a função dele é proporcionar a melhor experiência que o usuário possa ter, por isso o UX está ligado aos sentimentos e sensações que o usuário tem ao utilizar um determinado produto.

O designer UX estuda sobre as necessidades reais do usuário, a fim de elaborar um bom projeto.

Quer dizer que o design UI e o design UX se integram? Um faz parte do outro?

Para o projeto ser completo, sim, é necessário o trabalho do design UI e do design UX, já que um garante a facilidade de uso, utilidade e beleza e o outro garante a eficiência agregada a sentimentos positivos que compõe a excelência de um projeto. No entanto, no livro “A Project Guide to UX Design” o autor Unger afirma que o UX agrupa as áreas do UI pois, basicamente, sem elas, não existe a experiência do usuário.  O que obriga um profissional de design UX ter conhecimento sobre UI, sendo que um profissional de UI não precisa ter necessariamente o conhecimento sobre UX.

Dicas para um WebDesign minimalista (e usável)

As tendências para webdesign indicam que o design minimalista é uma boa pedida. Estas “tendências minimalistas”, na verdade, insinuam que o conteúdo dos sites, por ser o mais importante, deve ter ênfase e destaque, e o layout, design e elementos visuais, devem contribuir para que os que os acessem tenham uma navegação ótima, encontrando aquilo que querem e/ou precisam rapidamente, da maneira que suas visita, suas experiências, sejam as melhores possíveis.

Pessoalmente, acredito ser esta uma excelente abordagem a se adotar ao pensar em e construir um design para web. Penso que o desenvolvedor web, neste caso, só tem a ganhar “seguindo” esta tendência atual. Para tanto, conhecer algumas técnicas de desenvolvimento é de extrema importância. Técnicas essas que o capacitarão a estruturar o bom design minimalista. E a usabilidade agradece.

Ocupe de 60% a 80% da página com conteúdos (relevantes)

“O conteúdo é o rei”. Esta célebre frase – que, de tão repetida, já não se sabe mais quem a disse originalmente – é um dos pilares para se compreender e praticar a feitura de um design web minimalista. Para o “rei” devem ser feitas todas as “honrarias”; em outras palavras, os esforços do desenvolvedor web devem focar o conteúdo do web site, servindo os elementos o layout e elementos visuais como auxiliadores da consecução deste objetivo.

Não raramente é possível encontrar sites e blogs com um design lindíssimo que não tem um conteúdo digno desta beleza toda. Nestes casos, há muito capricho e dedicação em conseguir uma bela estética e o “rei” é deixado de lado: o conteúdo não é relevante e, em alguns casos, é totalmente confuso e desconexo.

Ocupar de 60% a 80% das páginas de seu site ou blog com conteúdos – conteúdos relevantes e de qualidade, quero dizer – é um enorme passo em direção ao objetivo de conseguir um bom webdesign minimalista. E por “conteúdos relevantes e de qualidade” menciono aqueles conteúdos que realmente sirvam para seu visitante; conteúdos que sejam realmente condizentes com o tema e função de seu site/blog e que recompensem o visitante por ter dedicado um pouco de seu tempo a fazer uma visita.

Apresente as informações mais importantes primeiro

Apresentar as informações mais importantes (mais relevantes) primeiro pode parecer algo óbvio, mas, na realidade, muitíssimos desenvolvedores não sabem e/ou não seguem este básico princípio.

Uma boa arquitetura da informação, aliada a um bom estudo sobre a usabilidade, sugere que apresentar os conteúdos mais importantes primeiro é indispensável para que a experiência dos visitantes seja melhor. Nada mais desagradável que ficar procurando por algo que já deveria estar lá. Pior ainda é quando, mesmo depois da procura, não se encontra nada…

Então, reforçando mais uma vez os esforços para se fazer um webdesign minimalista, é importante apresentar os conteúdos mais relevantes, aqueles conteúdos que são mais úteis e que os visitantes mais procuram, logo “de cara”.

Se algo não é relevante, simplesmente não precisa estar lá

Esta preciosa dica, se seguida, certamente aumentará o nível de qualidade e objetividade de seu site ou blog. Pense bem: se algo não é relevante ou necessário para a situação, então por que está lá?

Se o usuário já está logado, então não é mais preciso que seja mostrado o formulário de autenticação. Se determinadas opções do menu não podem ser acessadas naquela hora, então não é preciso que estejam lá.

Estes são exemplos simples de poluição visual desnecessária. Existem muitos mais casos que, seja por falta de conhecimentos ou outro motivo, muito desenvolvedores insistem em cometer.

Se algo não é relevante, simplesmente não precisa estar lá!

O background não é mais importante que a informação

É comum encontrar web sites e blogs que, na busca por uma diferenciação e inovação, acabam utilizando backgrounds, ou planos de fundo, muito extravagantes, que mais atrapalham que ajudam.

Imagens de fundo devem servir para:

  • Contribuir para a experiência dos visitantes, direcionando seu olhar para o conteúdo;
  • Servir como elemento visual que serve de “agrado” ao visitante, suavizando a “carga sensorial” e aparecendo como algo bonito de se ver;
  • Causar sensações planejadas e direcionadas nos visitantes, contribuindo, dessa forma, para a estratégia de divulgação geral e servindo como auxílio de melhoramento de sua experiência na visitação;

Mas o que muito se vê pela web são planos de fundo confusos e esteticamente desagradáveis; texturas fortes, que atrapalham a leitura e cansam mais rapidamente a visão; em geral, elementos que diminuem o tempo de permanência e que minam a boa sensação de fazer uma visita àquele web site.

Tendo cuidado com o uso de planos de fundo esdrúxulos e que mais atrapalham que auxiliam, o desenvolvedor web deve se valer do bom senso e estudos de design antes de optar, impensadamente, por usar uma imagem ou textura como background.

Faça um bom contraste entre plano de fundo e texto

Reforçando o tópico anterior, para um design de web minimamente usável, o ato de ler daqueles que são visitantes devem ser natural e agradável. E este objetivo não pode ser alcançado se o visitante faz esforços desnecessários para ler seu conteúdo, que está sendo ofuscado por um background mal planejado!

Repetindo: um plano de fundo não deve ser posto ao caso; muito antes pelo contrário, deve somente ser usado quando se tem absoluta certeza de que, se figurar como elemento visual do site, mais contribuirá que atrapalhará.

Fazer um bom contraste entre plano de fundo e texto usado é também uma regra básica de design que, infelizmente, é amplamente negligenciada. Conseguir um bom contraste entre estes elementos constitutivos da página é fácil: basta ser simples!

Os livros que lemos têm suas páginas com texturas fortes e pesadas, da mesma cor que o texto ou é simplesmente papel branco com tinta preta impressa? Os jornais se valem de background extravagantes para apresentar suas notícias ou é simplesmente “papel puro” e tinta?

Simplicidade é chave!

Não que não se deva nunca usar um plano de fundo nas páginas dos sites e blogs (tanto que existem muitos que se valem deste recurso muito bem); mas, se o fizer, deve-se, além de usar o bom-senso e discernimento lógico, ter em mente dicas como:

  • Não utilize a cor do plano de fundo próxima a cor do texto. Isso dificulta a leitura, cansa mais rapidamente o leitor e, em casos extremos, torna impraticável a leitura dos conteúdos;
  • Se for usar texturas, que sejam suaves. Texturas como plano de fundo, como explicado, devem ser usadas com bastante cautela. Se é para usar alguma, que seja suave e agradável; que auxilie a experiência positiva que o visitante tem ao acessar as páginas;
  • Backgrounds múltiplos pode ser uma boa solução. Múltiplos planos de fundo podem ser eficientes em diversos casos. Usar um plano de fundo “geral” escuro, com um plano de fundo “secundário”, mais claro, no lugar onde está o texto, é uma boa técnica para “controlar” o direcionamento do foco de visão.
  • Backgrounds animados não existem. Isso é um mantra, entendeu? Repita: backgrounds animados não existem!

A principal dica para fazer um bom contraste entre planos de fundo e texto é se valer do bom e velho fundo branco com texto escuro. Como mencionado, veja como são livros, jornais e revistas – a comparação com a mídia eletrônica, neste caso, é perfeitamente válida.

Não é obrigatório que o texto seja, necessariamente, preto; o que vale é o bom contraste, que possibilite uma boa leitura e dê ensejo a um bom design, que seja facilmente usável e sensorialmente útil. Fazer um bom contraste entre plano de frente e plano de fundo é, também, uma regra de acessibilidade.

Existe um software sobre análise de contraste entre cores do primeiro e segundo planos. Dê uma olhada no artigo do Maujor sobre o Analisador de Constraste de Cores.

E essas dicas de minimalismo e usabilidade funcionam mesmo?

Se estas dicas para um webdesign minimalista e usável forem estudadas e aplicadas de forma correta, forem sabiamente usadas e postas em prática nos momentos adequados, certamente que você conseguirá um projeto com mais qualidade e um resultado final satisfatório!

Alertando que esta são apenas algumas dicas. Estudos contínuos e atualizações constantes na área de usabilidade e obtenção de conhecimentos atuais no campos de design certamente farão com que seu trabalho seja muito melhor e que você desenvolva um senso de criação de sites mais crítico e acurado.

Novamente o convido a observar o mundo à sua volta e fazer suas próprias constatações. Veja em publicações impressas e em mídias virtuais de qualidade, como o assunto da usabilidade e minimalismo é tratado na prática. Veja como são construídos bons webdesigns e o que sugerem os bons desenvolvedores.

Na verdade, fazer sites e blogs minimalistas e usáveis não é complicado. As pessoas é que complicam!

Estrutura de Conteúdo para Websites

Estrutura conteúdo para websites(conteúdo voltado para pessoas, e não para bots de busca) pode ser representada por um pirâmide, sendo esta dividida; cada parte representaria um aspecto importante da estrutura lógica dos sites.

Pirâmide de conteúdo: estrutura lógica de web sites (na perspectiva das pessoas / visitantes).

O próprio Thies dá explicações a respeito de cada divisão; com minhas próprias palavras (decorrentes de como interpretei a explicação), ficaria algo mais ou menos assim:

Página inicial

De acordo com Dan Thies, a página inicial é onde a maioria dos visitantes entram (ou conhecem) na maioria dos web sites e, embora possa ser feito um trabalho (SEO) para que outras páginas tenham um bom posicionamento, com o intuito de as pessoas entrarem no site através delas (o que acontece, efetivamente), a página inicial é visitada por mais pessoas e mais freqüentemente que qualquer outra página dos sites.

A “regra de ouro” é que se as pessoas conseguirem encontrar o que elas procuram (naquele site) a partir da home page, então o desenvolvedor optou pelo caminho certo; do contrário, há bastante trabalho a ser feito.

Segundo minha própria experiência na área (e o comentário do colega Alexis corrobora isso), parece que a afirmativa de que a página inicial é mais visitada e mais frequentemente que outras páginas do site já foi correta, atualmente valendo somente para determinados tipos de sites, como portais de notícias, por exemplo.

Categorias

A segunda “parte” é referente às categorias (“roadmap pages”, como Thies chama). Esta divisão da pirâmide é relativa à estrutura de páginas (ou hierarquia de diretórios), mais especificamente à maneira como esta estrutura está organizada e, a partir desta organização, o qual fácil é para quem está no web site encontrar a informação que deseja ou realizar uma tarefa que é necessária.

Há um mito na área de usabilidade na web que apregoa: “Qualquer informação no site deve estar a, no máximo, 3 cliques”. Na verdade, não é bem assim. Como cita Dan Thies (e Jacob Nielsen, também, em seu livro “Projetando Websites com Usabilidade”), as pessoas não se importam tanto com a quantidade de cliques que têm que dar, desde que o “trajeto” seja simples e que, a cada clique dado, a proximidade do objetivo almejado seja maior.

Com esta preciosa informação em mente, é possível pensar melhor na arquitetura da informação do web site e como ela pode facilitar (ou não…) a experiência do usuário.

Por “curiosidade”, na perspectiva de SEO, a segunda parte da pirâmide é formada por qualquer página do site que consiga fazer link com a página inicial.

Conteúdo

As “Destination pages” (literalmente como consta no livro para designar o conteúdo, propriamente dito), em um site típico, são as mais importantes, na perspectiva das informações e processos de web sites. O esquema de navegação de um “visitante comum” costuma ser o seguinte:

Esquema de navegação de pessoam que visitam web sites.

Exemplificando com um site de e-commerce, as “roadmap pages” seriam as categorias de produtos (eletrodomésticos, livros, CDs, etc) e as “destination pages” seriam as descrições de cada produto dentro de uma dessas categorias. Em uma perspectiva de otimização para mecanismos de busca, as “destination pages” seriam quaisquer páginas que ficam a 2 cliques da página inicial.

Novamente, isso deve ser interpretado à época da escrita do livro. Até mesmo por feeling é possível observar que essa suposta  estrutura navegacional não é seguida à risca pelo “usuário”, sendo o comportamento (“hábito”?) de procurar algo em buscadores e acessar página específica, diretamente, bem mais evidente.

Conteúdo profundo

Na maioria dos web sites, ter até três níveis de conteúdo (destination pages) é o suficiente: é possível ter milhares de páginas utilizando este profundidade.

A partir deste “limite”, é preciso fazer um trabalho um pouco mais elaborado (quer dizer, diferenciado) de SEO para uma adequada indexação de páginas que ultrapassam o terceiro nível do site. Então, segundo o que Dan Thies dá a entender, somente em casos em que realmente é preciso que devemos fazer um site com uma estrutura mais aprofundada que 3 níveis (que são mais que o suficiente).

Algo que, levando em consideração a Pirâmide de Conteúdo, faz bastante sentido; mas, devemos lembrar, este é um estudo e opinião de Thies e, não necessariamente, é uma constante para todo e qualquer tipo de site. É importante ter isso em mente.

Conclusão sobre a “Pirâmide de Conteúdo para Pessoas”

Ainda não terminei de ler o livro de Dan Thies; de qualquer maneira, digo que, até o momento, li coisas sobre SEO interessantíssimas, que jamais havia lido sobre o assunto.

Esta “pirâmide de conteúdo”, que representa a estrutura lógica de web sites para pessoas, realmente faz algum sentido. Somando a experiência do autor na área (anos de atuação) com as palavras e a lógica que ele se utilizou no livro, muito provavelmente esta analogia da pirâmide é correta.

Entretanto, como resguardado em vários momentos do artigo, estes são estudos e conclusões a que Thies chegou e compartilhou à época da publicação do livro. Para a atualidade, muitas dessas “regras” não se aplicam a todos os tipos de sites e/ou podem ser relativizadas, servindo a “Pirâmide de Thies” para pautar estudos e formular teorias de desenvolvimento, nunca como paradigma absoluto que deve ser cegamente seguida.

Desenvolver tema WordPress

Desenvolver tema WordPress. Muitas pessoas usam o WordPress como plataforma para blogging, sites, portais e outros tipos de projetos online. Depois de instalar o WordPress, a maioria dos usuários de WordPress normalmente vai em busca de um tema pronto para não usar o tema padrão que vem com o WP.

Quer você use temas gratuitos ou pagos (ou, mesmo, desenvolva seus próprios temas), existem muitas maneiras de melhorá-los através de dicas para fazer temas WordPress melhores!

Use favicon personalizado

Quando um site não tem um favicon personalizado, ele pode parecer não-profissional. Certifique-se que o seu tema WordPress tenha um favicon próprio. Você pode conferir uma lista de geradores de favicon para ajudar.

Para fazer referência ao seu ícone no WordPress, basta colocar o seguinte código, normalmente dentro arquivo header.php que pode ser encontrado na pasta raiz do seu tema (levando em conta que o arquivo da imagem também está na pasta raiz):

Estilize a legenda das imagens

Quando você faz upload de uma imagem para colocar em um post ou página do WordPress, dentre outras opções, é possível inserir uma legendas para colocar uma descrição para a imagem. Um bom tema WordPress deve incluir regras CSS para estilizar as legendas da imagens. Para estilizar as legendas segundo o padrão do WordPress, insira as seguintes linhas em seu arquivo CSS (geralmente chamado styles.css):

Veja o artigo com o guia completo sobre breadcrumbs para visualizar imagens com captions estilizados corretamente.

Use PHP Flush

Chamando a função flush() do PHP imediatamente depois do cabeçalho HTML, você será capaz de acelerar seu site WordPress. Basta adicionar esta linha com a chamada à função após o </ head> (por padrão, no arquivo arquivo header.php):

Esse código simplesmente força seu servidor web a enviar cabeçalho do site antes de enviar o restante do conteúdo. Usando a função flush(), o navegador tem tempo para baixar todas as folhas de estilo referenciadas no cabeçalho enquanto espera pelas outras partes da página.

Minimize os arquivos de seu tema WordPress

É muito útil ter os arquivos CSS e javascript de seu tema minimizados para reduzir seu tamanho, consequentemente realizando uma transferências de arquivos mais rápido, aumentando a velocidade do site, em geral. Minimizar os arquivos significa retirar caracteres desnecessários deles, como espaços e tabs (e, no melhor caso, juntar todos os arquivos do mesmo tipo em um só).

Existem diversas ferramentas gratuitas na internet para minimizar arquivos CSS e javascript. Para javascript, existem, dentre outros, os excelentes JavaScript Compressor, /packer/, jsCompress e YUI Compressor Online. Para fazer um minify em arquivos CSS, confira o item “Otimizadores e Formatadores de CSS” do artigo de ferramentas e recursos para desenvolvimento web.

Existem, também, vários plugins para WordPress para minimizar e otimizar os arquivos, como o WP Minify e W3 Total Chache, que fazem o serviço de minify de forma bastante transparente e, ainda, melhoram outros aspectos para otimização de temas WordPress, tais como manipulações de cache, combinação de arquivos, e outros para melhorar a velocidade do site.

Substitua funções e hooks por conteúdo estático

Os arquivos de temas que podem ser baixados na web precisam ser bem flexíveis, para atender ao maior número de pessoas que os queiram usar. Por isso, existem diversas chamadas a funções e hooks que permitem que um tema funcione nas mais diversas formas e situações.

No entanto, isso pode acarretar em uma perda de performance e desempenho das página, já que cada vez que uma página é gerada, ela precisa fazer várias chamadas a hooks/funções para renderizar a página.

Inspecione os arquivos do tema que você escolheu para seu site/blog e perceba as chamadas desnecessárias. Por exemplo, no header.php, você pode encontrar uma linha parecida com esta:

Essa função serve para mostrar o nome do seu site (definido nas configurações no Painel Administrativo) na barra de títulos do navegador. Na verdade, o nome do site não se altera quase nunca, então, para que deixar mais uma chamada a função? Isso consome recursos do servidor e reduz o tempo de carregamento do site. Você pode, facilmente, substituir por:

Eis um outro exemplo do que pode ser encontrado no header.php:

Essa linha usa a função para referenciar o caminho de onde se encontra o arquivo “style.css” do tema. Mais uma vez, é possível poupar recursos do servidor com uma simples mudança:

Esses foram somente 2 exemplos, mas existem muitas outra chamadas a funções “desnecessárias” quando se baixa um tema, seja ele gratuito ou pago. Vasculhe os arquivos do tema usado e substitua por conteúdo estático sempre que possível.

E você, tem mais alguma dica para o desenvolvimento de temas WordPress melhores? Comente!

Problemas comuns de WordPress

Todos os dias há perguntas postadas nos fóruns de WordPress sobre alguns dos problemas WordPress mais comuns que novos usuários enfrentam. É fácil de instalar e divertido de trabalhar com WordPress e os novos usuários se animam, rapidmente, com os poderosos recursos oferecidos por muitos de seus plugins e temas.

Eventualmente, os neófitos se deparam com perguntas, questões e problemas que muitos antes deles também já se depararam. WordPress tem uma enorme comunidade global de usuários por trás, então, não importa o problema que um usuário esteja enfrentando, há uma boa chance de que alguns outros usuários já o tenham enfrentado e que já exista uma solução disponível para corrigir esse problema ou responder a essa pergunta.

Neste artigo, vamos discutir alguns desses problemas comuns de WordPress e aprender, através de suas soluções, como resolvê-los.

Consumo de memória do WordPress

WordPress excesso de uso de memória

Quando um site rodando em WordPress cresce em popularidade e pageviews, o consumo de memória é um dos primeiros (se não, o primeiro) problema que os mantenedores do site enfrentam. Se eles estão em uma hospedagem compartilhada ou um VPS, seus webhosts enviarão e-mails sobre o uso de memória e limite alocado. Pelo menos, os bons hosts farão isso; se for um de baixa qualidade, seu site pode apenas cair e você sequer vai ficar sabendo disso a tempo…

Felizmente, existem diversas soluções para esse problema.

O motivo pode ser um plugin ou tema mal feito rodando. Para descobrir, instale o plugin WP-Memory-Usage. Desative todos seus plugins, exceto o WP-Memory-Usage e, em seguida, vá ativando um por um. Observar como vai ficar o uso de memória depois de ativar cada plugin pode ajudar a descobrir qual(is) é(são) o(s) vilão(ões) da história.

Depois dessa verificação inicial, se os temas e plugins estiverem funcionando dentro do esperado, então pode ser uma ótima ideia instalar um plugin de cache, como W3 Total Cache ou WP Super Cache. Se um plugin de cache não reduzir significativamente a memória com as configurações padrão, será preciso uma configuração mais específica, alterando parâmetros tais como compressão, minify de scripts, aumentar o intervalo dos caches, etc.

Leia estes excelentes artigos (em inglês) sobre como otimizar instalações de WordPress:

Sites em WordPress hackados

WordPress hacked

Outro problema comum de WordPress é descobrir que seu site foi invadido! As chances de tal coisa acontecer em seu site podem ser significativamente reduzidas seguindo algumas dicas práticas de segurança para WordPress.

Existem diferentes tipos de hacks que os usuários do WordPress enfrentam. O mais comum deles é quando um site redireciona para algum outro site com conteúdos ilegais e/ou obscenos, links injetados para outros sites, códigos estranhos em arquivos de temas, etc. Lembre-se de que, na maioria das vezes, é fácil corrigir esses problemas.

  • Mantenha sempre a instalação do WordPress atualizada com a última versão
  • Faça backups regulares de sua instalação e banco de dados WordPress
  • Execute o WP-Security-Scan, um excelente plugin para detectar códigos suspeitos em seus temas, plugins e arquivos principais do wordPress. Se você encontrar algo suspeito em plugins ou temas, apague! Se você encontrar algo suspeito no core do WordPress, substitua por novos!
  • Verifique regularmente seu arquivo .htaccess por mudanças e códigos suspeitos
  • Leia o artigo “My site was hacked” no Codex do WordPress, peça ajuda em fóruns, peça a ajuda do seu provedor de hospedagem para ter certeza que não aconteceu um ataque em todo o servidor.

Perda da senha de admin e/ou e-mail

É realmente surpreendente quantas pessoas instalam o WordPress e esquecem seus nomes de usuário, senha e e-mail utilizados durante a instalação. Existem várias maneiras de recuperar senha e nome de usuário e é importante conhecer algumas delas.

Recuperar senha do WordPress via PHPMyAdmin

Se você tiver acesso ao banco de dados através do phpMyAdmin, vá até lá e encontre a tabela wp_users. Clique na aba “Procurar” e, em seguida, encontre seu user_login. Clique no ícone “Editar”, à esquerda da linha. Agora você vai ver sua senha encriptada; exclua e substitua por qualquer senha que quiser. Haverá um drop-down “Funções” ao lado. Clique sobre ele e selecione “MD5”. Clique em “Executar” e pronto, você atualizou sua senha!

Alterando a senha do WordPress através do PHPMyAdmin

Recuperar senha do WordPress por FTP

Conecte em seu site via FTP, vá em wp-content/themes/SEU_TEMA. Substitua “SEU_TEMA” com o nome do tema ativo em seu site. Edite o arquivo functions.php (se você não tiver um no seu tema, crie). Adicione esta linha:

Substitua “NovaSenha” com qualquer senha que você quiser. O “1” é o para o user_ID – supondo que você é o admin do site e não excluiu o primeiro usuário que criou durante a instalação.

Faça upload do arquivo editado de volta para o servidor. Agora, faça o login usando a senha que você adicionou no functions.php. Uma vez que você tenha conseguido logado, lembre-se de apagar esta linha de seu arquivo de funções.

Escrevendo código em posts e widgets

Para fazer o WordPress mais seguro e proporcionar um ambiente confiável e consistente, por padrão a plataforma não permite que os usuários insiram códigos nos posts, comentários e widgets. No entanto, depois de algum tempo a maioria dos novos usuários se sente confortável o suficiente com o WordPress para querer adicionar funcionalidades diferentes nessas áreas.

Por exemplo, para mostrar os códigos deste artigo, não é possível simplesmente colar o código. Ele seria retirado pelo WordPress e não seria mais legível.

Adicionando código nos posts do WordPress

O Codex do WordPress sugere o uso de entidades HTML para escrever código, mas esta é uma forma muito custosa de se fazer isso. Então, se você pretende compartilhar regularmente trechos de código com os visitantes de seu website, então você precisa de algum plugin específico, tal como o Syntax Highlighter Evolved.

O plugin permite escrever código em seus posts e estilizar códigos com shortcodes. É muito fácil de usar, personalizável e suporta várias linguagens incluindo PHP, JavaScript, HTML e CSS.

Adicionando código nos widgets da barra lateral

Também pode haver a necessidade de exibir trechos de códigos em Widgets ou adicionar uma função ou tag em um widget. Para isso, é possível instalar algum plugin, como PHP Code Widget ou Widget Logic.

Conclusão

Certamente, deve haver outras perguntas comuns, questões e problemas que os novos usuários de WordPress muitas vezes se deparam. A primeira coisa a se fazer quando se deparar com qualquer problema com seu site WordPress é pesquisar.

Faça buscas usando diversos termos e você vai ver que muitas pessoas já forneceram soluções para esses problemas de WordPress. Se não, você pode sempre fazer perguntas no Fórum WordPress, IRC e outros fóruns WordPress relacionados.

Construção de Website e a Comunicação com os visitantes

Construção website é a comunicação com os visitantes. Independentemente de o site ser um blog, um portfolio, um site corporativo ou um e-commerce, ele existe para se comunicar com os visitantes.

A comunicação, em alguns casos, é uma “via de mão dupla” (comentários em blogs são um bom exemplo), mas na maioria dos casos o site comunica antes de os visitantes enviarem seu feedback. Para que o site comunique eficientemente, o designer e o dono do site precisam ter propósitos claros das mensagem que querem transmitir aos visitantes.

A melhoria da comunicação é um processo contínuo. Através da avaliação de diversos sites, aí estão as maneiras pelas quais os web sites se comunicam com seus visitantes.

Títulos

Títulos são um óbvio ponto de partida para a comunicação se dar com os leitores. Os títulos na construção do Website devem informar aos leitores o que vão encontrar na página ou artigo se continuarem a leitura e devem ser extraídos do conteúdo, como consequência.

Independentemente se o site é um blog, um portfolio, um e-commerce ou qualquer tipo de web site, o título é um componente-chave da comunicação online com visitantes. A qualidade de um título pode ter um incrível impacto sobre quantas pessoas continuarão lendo o conteúdo, mas muitos de nós não damos aos títulos a atenção que eles merecem.

Subtítulos

Uma das chaves para a efetiva comunicação online é “quebrar” o texto para que fique mais legível. Uma das maneiras de aumentar a legibilidade e fazer o conteúdo ficar mais “amigável” é incluir subtítulos. Os leitores terão mais facilidade em entender e lerão de forma mais fácil, assim como entenderão mais facilmente a estrutura do texto.

A maioria dos blogueiros está acostumada a utilizar subtítulo, mas eles também podem ser usados em outra situações. Em momentos em que há conteúdos divididos em parágrafos ou listas, existe a possibilidade de aumentar a legibilidade com a utilização de subtítulos. Quando usar subtítulos, use de maneira que os conteúdos fiquem melhor apresentados e para criar um interesse particular pelas “seções” do texto.

Texto na página (conteúdo)

O texto na página é obviamente uma das maiores formas de comunicação com os visitantes. “Copyrighters” prestam bastante atenção aos pormenores da escrita, mas muitos sites não fazem um trabalho efetivo com seus textos. A quantidade de texto e como ele será abordado varia muito de um tipo de site para outro.

Por exemplo, um blog vai incluir uma grande quantidade de texto e esta será a principal forma de comunicação com os leitores. Por outro lado, um e-commerce deve ter pequenas quantidades de texto, com o propósito de informar aos visitantes detalhes sobre os produtos ofertados – o conteúdo deve ser descritivo o suficiente para impulsionar e contribuir com as vendas, mas muito conteúdo pode desencorajar ou dificultar as vendas.

Taglines

Nem todos os sites usam taglines, mas alguns as utilizam de forma de forma bastante eficaz. Ela precisa comunicar rapidamente algo sobre a empresa, produto ou serviços. Taglines são ótimas para fins de branding e para ajudar a controlar a impressão que é dada aos visitantes.

Branding / Logo

Alguns sites se valerão de serviços profissionais para criação de seus logotipos, mas, muitos, não. Independentemente de um site utilizar um logotipo desenhado profissionalmente ou simplesmente um texto para o título, há uma mensagem para ser comunidade em termos de branding.

Por que as empresas estão dispostas a pagar bem por um logotipo de qualidade? Porque um logotipo bem concebido irá ajudar a empresa a comunicar algo básico com os clientes, algo que ajuda a determinar como as pessoas veem marca.

Cores

Esquemas de cores são um aspecto crítios do web design, não somente por afetar como um site é apresentado, mas, também, porque as cores são capazes de comunicar mensagens sutis aos visitantes. Em certas culturas, as cores têm transmitem mensagem e representações bem claras, mas, em outras, o impacto das cores nos visitantes é algo mais sutil nos leitores e visitantes.

Imagens

Todos nós conhecemos o ditado “Uma imagem vale mais que mil palavras” e, certamente, isso pode ser aplicado ao web design. Com a impaciência da “média” de visitantes de sites, boas imagens podem ajudar a reter uma certa atenção, isso sem mencionar que as imagens simplesmente melhoram a aparência geral do site.

Ao trabalhar com imagens no web design, às vezes você se verá no dilema de usar fotos fornecidas pelo próprio cliente ou se valer de fotos mais profissionais, como as que podem ser pegar em sites de fotografia como o iStockphoto. É importante pensar sobre o propósito da imagem e o que é preciso comunicar para o visitante, já que existem ocasiões para ambos os casos.

Título da página (barra de títulos)

Os títulos das páginas (que aparecem na Barra de Títulos dos navegadores) não são importantes somente para fins de SEO, mas, também, para propósitos de comunicação com seus visitantes. Enquanto os visitantes estão no seu site, eles prestarão mais atenção para os títulos que estão nas páginas do que para o título que aparece no topo de seus navegadores. Entretanto, muitos visitantes virão através dos mecanismos de busca e, neste caso, os títulos das páginas (que aparecem na Barra de Títulos) desempenham um papel crítico em comunicar seus conteúdos.

Além dos mecanismos de busca, aqueles que chegam a seu site através de links em outros sites também estão suscetíveis de serem “afetados” pelos títulos das páginas. Em muitos casos, os sites que fizerem um link para o seu usarão o título como texto âncora, que comunica sobre o que a página trata para aqueles que considerarem clicar no link.

Layout

O layout de um site é importante por várias razões, e comunicação é uma delas. O layout pode comunicar mostrando quais partes do site ou do conteúdo são mais importantes. Normalmente o site será disposto de modo a que os conteúdos mais importantes tenham maior destaque. Isso mostra aos visitantes o que você quer que eles vejam mais.

Estilo do design

Existe um “sem-número” de diferentes estilos de design por aí, e o estilo escolhido consegue comunicar certas mensagens aos visitantes. Alguns designs criam certas “impressões ” em muitos visitantes, e isso pode auxiliar ou prejudicar o propósito da comunicação de seu site, dependendo de qual “impressão” for.

Ícones

Muitos sites e blogs utilizam ícones. E esses ícones não são usados unicamente para melhorar a aparência do site. Eles também intencionam comunicar alguma coisa aos visitantes com rapidez. Por exemplo, os ícones de RSS usados nos blogs imediatamente comunicam aos visitantes que eles podem subscrever para acompanhar as novidades. Um ícone de casinha também é um ícone muito comum para propósitos de navegação.

Uma boa montagem e estruturação do layout com ícones profissionais pode propocionar uma boa taxa de aceitação/conversão.

Navegação

Os links que são fornecidos e onde são colocados também comunicam aos visitantes quais páginas são importantes e onde você quer que eles vão. Normalmente, as páginas mais importantes são colocadas na navegação principal do site e outras páginas podem ser lincadas dentro do conteúdo da página ou em uma barra lateral ou rodapé.

Web designers têm muita influência sobre qual conteúdo é enfatizado em função do sistema de navegação. Tenha certeza de que as partes mais importantes do site são fáceis de se encontrar e podem ser acessadas rapidamente a partir de qualquer lugar do site.

Vídeo

Vídeos on line certamente se tornaram muito comuns nos últimos anos, e essa tendência parece ser certa de continuar. Vídeos proporcionam uma excelente forma de comunicação com os visitantes. Os vídeos podem ser utilizados para entretenimento, blogs, demonstrações de produtos e muito mais.

Comunicações por vídeo às vezes podem ser bem fáceis. Você pode ter um nível de certeza maior de que a mensagem que foi comunicada foi devidamente recebido por quem ela estava destinada. Às vezes a comunicação com textos pode ser limitada ou pode ser interpretada de maneiras diferentes.

Áudio

Além do vídeo, o áudio é uma outra forma de adicionar mídia a um web site para propósitos de comunicação. Algumas vezes o áudio pode ajudar; algumas vezes ele pode prejudicar. Em geral, áudio que começa a tocar sem a soliticação do visitante será encarado como chato e obstrutivo.

Anúncios

Anúncios são bem aceitos em boa parte dos sites de hoje. No entanto, os produtos e serviços em questão irão enviar mensagens aos visitantes em termos de conteúdo do seu site, como você vê seus visitantes e sobre o que é realmente importante para você.

A maioria dos donos de web sites não gostaria de ter anúncios de Viagra, já que isso poderia enviar uma mensagem não intencionada a seus visitantes (leia-se: “Você é broxa!”). Se os anúncios em um site são relevantes para os visitantes, então eles se sentirão mais “em casa”, mesmo se eles não estiverem interessados em clicar ou comprar alguma coisa, porque eles sentirão com a audiência pretendida para o web site.

Os anúncios também podem comunicar baseados em onde eles estão posicionados. Pessoalmente, não sou um grande fã de anúncios juntamente com o conteúdo de um site porque eu fico com a impressão de que o anúncio é mais importante para o dono do site que o conteúdo e a experiência de seus leitores com esse conteúdo.

FAQ (Perguntas Mais Frequentes)

Páginas de FAQ (Perguntas Mais Frequentes) são usadas em muitos sites porque elas podem ajudar a comunicação com os visitantes que frequentemente tem o mesmo tipo de perguntas. Ao invés de deixar essas perguntas sem respostas ou ter que responder a cada pergunta, separadamente, uma página de FAQ pode ser uma maneira útil e conveniente de os visitantes terem suas perguntas respondidas.

Facilidade de contato

Alguns visitantes de web sites desejam contatar o dono do site por uma razão ou por outra. Quão fácil ou quão difícil é para o visitante encontrar uma maneira de entrar em contato? Se você tiver um formulário de contato que é facilmente acessível de qualquer página de seu site, você enviará a mensagem de que encoraja seus visitantes a entrarem em contato e que você está interessado em seus pensamentos e opiniões.

Por outro lado, um site que não apresenta informações de contato ou se essas informações estão “enterradas” em algum canto do site e são difíceis de serem encontradas, isso mostra aos visitantes que o dono do site não se preocupa com o que os visitantes tem a dizer e que ele não quer ser incomodado.

Depoimentos

Depoimentos são usados extensivamente em sites de vendas, bem como nos sites de prestadores de serviço. Uma declaração de um cliente satisfeito pode ser uma poderosa maneira de comunicação com os visitantes. Ao invés de somente apresentar a mensagem por si mesmo, você coloca uma outra pessoa na frente, que pode ser mais credível do que suas próprias palavras.

Links Externos

Os sites e páginas para os quais você faz link podem dizer aos visitantes sobre o que é o seu web site e o que é impotante para você. Você não faz ligações externas se não quer agregar algum valor ao seu site e a seus visitantes; então os links que você faz dizem muitas coisas sobre seu site.

Por causa dessa mensagem que está sendo enviada aos visitantes, não se esqueça de ser cuidadoso em relação aos links externos que você faz. Lincar para “más vizinhanças” pode ser algo ruim em relação aos propósitos de SEO e isso também “mancha” sua imagem aos olhos dos visitantes.

Meta Descrições

A meta tag “description”, na verdade, não comunica nada aos visitantes quando eles já estão em seu site, mas ela pode comunicar uma mensagem importante para os pesquisadores que estejam tentando encontrar algo específico. Muitos mecanismos de busca utilizam a descrição nas SERPs (páginas de resultados de busca), então isso é uma oportunidade para dizer às pessoas sobre o que é aquela página, antes mesmo de a pessoa a visitar, e isso pode ajudar a melhorar seu CTR nas SERPs.

Acessibilidade

Se um web site é inacessível para alguém, esse “alguém” fica com a impressão de que não é considerado importantes pela a empresa ou pelos criadores do site. Se fosse importante, poderia acessar o site sem dificuldades. Tenha certeza de que você considera os potenciais impactos da inacessibilidade a respeito de um projeto ou site que não será acessível a um determinado público-alvo.