Como Iniciar uma Estratégia de Marketing Digital

Uma das vertentes deste tipo de estratégia é o Marketing Digital. Hoje, ele representa uma das mais importantes formas de promoção de marcas, serviços e produtos através das ferramentas disponíveis na internet.

Mas, você sabe o que é marketing digital?

Conceito de Marketing Digital

Marketing digital é o conjunto de ações e estratégias no ambiente online, que convergem em um objetivo mercadológico pré-estabelecido. Seus principais diferenciais, em detrimento ao marketing tradicional, são a facilidade de mensurar os resultados e a escalabilidade. Isto faz com que esta estratégia seja bem mais flexível e barata do que o marketing tradicional.

A partir dos anos 1990, com a liberação da internet para o uso comercial, o marketing online vem crescendo substancialmente. Assim como a publicidade tradicional, ela é uma estratégia de alta importância. As suas principais funções são promover e lançar produtos, serviços e conceitos, bem como consolidar marcas ou empresas.

Atuar através da internet para alcançar seus objetivos de marketing é o que chamamos de ter presença digital.

Presença Digital

Com a crescente utilização da internet, possuir presença digital é algo fundamental nos dias atuais. Estar presente digitalmente é garantir que seus serviços, produtos e marca estejam disponíveis para seus clientes ou potenciais clientes durante 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Só para se ter uma ideia da amplitude disto, uma pesquisa realizada em 2015 demonstrou que 58% da população brasileira acessa à internet. Uma outra pesquisa realizada pelo Google, também em 2015, constatou que 74% dos usuários brasileiros pesquisam produtos na internet através de seus smartphones.

Maneiras de se Fazer Marketing Digital

Hoje, há empresas especializadas em possibilitar que sua empresa tenha relevância na web. Elas são conhecidas como agências de marketing digital. Estas empresas atuam no desenvolvimento de estratégias para que você possa manter a sua presença digital e alcançar o seu público alvo através da internet.

Conheça agora as principais formas que as agências de marketing digital utilizam para fazer publicidade online.

Criação de Web Sites

Para fazer um bom plano de marketing digital, o primeiro passo é a criação de um site. Ele pode ser a porta de entrada para seus clientes em potencial.

Um bom site deve transmitir credibilidade, ser moderno e de fácil navegação. Além disto, ele deve possuir conteúdo de qualidade para atender às necessidades de informação do usuário que está interessado em sua empresa e nos serviços ou produtos que você oferece.

O seu site também deve ser responsivo, ou seja, se adaptar a qualquer tamanho de tela, para que a navegação não seja prejudicada. Criar um site responsivo é fundamental hoje em dia, se pensarmos que atualmente 89% dos usuários de internet utilizam seus smartphones para navegar na web.

Otimização de Sites (SEO)

Para se criar um bom site, além das características já citadas, ele deve estar visível aos usuários nos mecanismos de busca.

Para você entender melhor do que se trata, imagine a seguinte situação…

Quando um cliente não conhece uma empresa específica, ele faz uma pesquisa nos buscadores (Google, Bing, Yahoo, etc.) para atender ao que ele deseja. Esta busca é feita através de palavras-chaves, ou seja, termos aos quais ele acredita que o seu objetivo esteja relacionado.

Se ele quer, por exemplo, encontrar uma empresa que faça o site dele, mas não sabe qual empresa contratar, ele pesquisa pelo termo “criação de sites” no buscador. Entre as opções que surgem como resultado, ele escolhe uma ou algumas para clicar e conhecer mais sobre a empresa.

A grande questão aqui é: geralmente as pessoas só clicam nas primeiras opções que aparecem nos resultados. Portanto, para que seu site apareça nas primeiras posições e tenha maiores chances de ser clicado, é necessário que seja realizado o SEO (Search Engine Optimization). SEO é o trabalho de otimização do seu site, que tem como finalidade fazer com que ele seja melhor ranqueado pelos mecanismos de busca e conquiste as primeiras posições.

Lojas Virtuais

As compras online vêm crescendo ano após ano. Em 2016, este tipo de transação cresceu 11% e tem previsão de alta para 2017. Ter uma loja virtual é a possibilidade de ter sua empresa sempre aberta, para que o seu cliente possa visitá-la de onde ele estiver. Isto pode ser fundamental para o sucesso do seu negócio.

Redes Sociais

O crescimento das redes sociais tem se tornado assustador. Com isto, o investimento em marketing digital realizado através delas também cresceu na mesma proporção.

Em 2016, 32,5% do investimento em publicidade online foi destinado às redes sociais e banners. Este crescimento aconteceu, principalmente, devido à possibilidade da criação de anúncios segmentados. Isto resultou na otimização dos gastos com marketing digital e melhorou os resultados mercadológicos.

Conclusão

Como vimos, estar presente na web é algo imprescindível nos dias atuais. Quem não é visto na internet, não tem tanta credibilidade. Além disto, acaba ficando para traz em questão de alcance de público perante a concorrência já disponível online.

E se você quer conhecer mais sobre marketing digital e outros recursos de marketing, conte com a Cia Web Sites. Aqui, você tem a melhor equipe para fazer o planejamento e a execução da sua estratégia de marketing digital. A Cia Web Sites leva você e sua empresa ao mundo online.

Design UX Vs Design UI

Design UX Vs Design UI

Design UX Vs Design UI, Cs Consumidores cada vez mais exigentes, avanços constantes na tecnologia dos sistemas e produtos, além da busca por novidades, fez com que os fabricantes pensassem em maneiras inovadoras de agradar ainda mais o público. Um site por exemplo, quanto mais rápido e prático, melhor para o usuário. E para deixar tudo isso alinhado é que entra o papel do design UX e do design UI

Mas então, o que é design UI?

Design UI (User Interface), na tradução “interface do usuário” nada mais é do que a parte visual de um projeto, onde o usuário poderá navegar e perceber todos os detalhes do trabalho. Se um designer UI projetasse sapatos, ele cuidaria da aparência, dos acessórios, da cor… esse projeto do sapato seria equivalente ao tão famoso “projeto de interface”. Então, a função de um UI designer é cuidar das cores, detalhes e todas as partes visuais de um site, por exemplo.

Ok, e o que é design UX?

UX (User Experience Design) visa oferecer assim como o próprio nome explica, a melhor experiência possível ao usuário. E o que seria isso? Voltando ao exemplo do sapato, vamos pensar: do que adianta esse sapato ser lindo se quando o usuário/cliente calçar ele no pé, sentir uma sensação de desconforto? O trabalho do design UX é justamente evitar que esse tipo de experiência aconteça, pois a função dele é proporcionar a melhor experiência que o usuário possa ter, por isso o UX está ligado aos sentimentos e sensações que o usuário tem ao utilizar um determinado produto.

O designer UX estuda sobre as necessidades reais do usuário, a fim de elaborar um bom projeto.

Quer dizer que o design UI e o design UX se integram? Um faz parte do outro?

Para o projeto ser completo, sim, é necessário o trabalho do design UI e do design UX, já que um garante a facilidade de uso, utilidade e beleza e o outro garante a eficiência agregada a sentimentos positivos que compõe a excelência de um projeto. No entanto, no livro “A Project Guide to UX Design” o autor Unger afirma que o UX agrupa as áreas do UI pois, basicamente, sem elas, não existe a experiência do usuário.  O que obriga um profissional de design UX ter conhecimento sobre UI, sendo que um profissional de UI não precisa ter necessariamente o conhecimento sobre UX.

Dicas para um WebDesign minimalista (e usável)

As tendências para webdesign indicam que o design minimalista é uma boa pedida. Estas “tendências minimalistas”, na verdade, insinuam que o conteúdo dos sites, por ser o mais importante, deve ter ênfase e destaque, e o layout, design e elementos visuais, devem contribuir para que os que os acessem tenham uma navegação ótima, encontrando aquilo que querem e/ou precisam rapidamente, da maneira que suas visita, suas experiências, sejam as melhores possíveis.

Pessoalmente, acredito ser esta uma excelente abordagem a se adotar ao pensar em e construir um design para web. Penso que o desenvolvedor web, neste caso, só tem a ganhar “seguindo” esta tendência atual. Para tanto, conhecer algumas técnicas de desenvolvimento é de extrema importância. Técnicas essas que o capacitarão a estruturar o bom design minimalista. E a usabilidade agradece.

Ocupe de 60% a 80% da página com conteúdos (relevantes)

“O conteúdo é o rei”. Esta célebre frase – que, de tão repetida, já não se sabe mais quem a disse originalmente – é um dos pilares para se compreender e praticar a feitura de um design web minimalista. Para o “rei” devem ser feitas todas as “honrarias”; em outras palavras, os esforços do desenvolvedor web devem focar o conteúdo do web site, servindo os elementos o layout e elementos visuais como auxiliadores da consecução deste objetivo.

Não raramente é possível encontrar sites e blogs com um design lindíssimo que não tem um conteúdo digno desta beleza toda. Nestes casos, há muito capricho e dedicação em conseguir uma bela estética e o “rei” é deixado de lado: o conteúdo não é relevante e, em alguns casos, é totalmente confuso e desconexo.

Ocupar de 60% a 80% das páginas de seu site ou blog com conteúdos – conteúdos relevantes e de qualidade, quero dizer – é um enorme passo em direção ao objetivo de conseguir um bom webdesign minimalista. E por “conteúdos relevantes e de qualidade” menciono aqueles conteúdos que realmente sirvam para seu visitante; conteúdos que sejam realmente condizentes com o tema e função de seu site/blog e que recompensem o visitante por ter dedicado um pouco de seu tempo a fazer uma visita.

Apresente as informações mais importantes primeiro

Apresentar as informações mais importantes (mais relevantes) primeiro pode parecer algo óbvio, mas, na realidade, muitíssimos desenvolvedores não sabem e/ou não seguem este básico princípio.

Uma boa arquitetura da informação, aliada a um bom estudo sobre a usabilidade, sugere que apresentar os conteúdos mais importantes primeiro é indispensável para que a experiência dos visitantes seja melhor. Nada mais desagradável que ficar procurando por algo que já deveria estar lá. Pior ainda é quando, mesmo depois da procura, não se encontra nada…

Então, reforçando mais uma vez os esforços para se fazer um webdesign minimalista, é importante apresentar os conteúdos mais relevantes, aqueles conteúdos que são mais úteis e que os visitantes mais procuram, logo “de cara”.

Se algo não é relevante, simplesmente não precisa estar lá

Esta preciosa dica, se seguida, certamente aumentará o nível de qualidade e objetividade de seu site ou blog. Pense bem: se algo não é relevante ou necessário para a situação, então por que está lá?

Se o usuário já está logado, então não é mais preciso que seja mostrado o formulário de autenticação. Se determinadas opções do menu não podem ser acessadas naquela hora, então não é preciso que estejam lá.

Estes são exemplos simples de poluição visual desnecessária. Existem muitos mais casos que, seja por falta de conhecimentos ou outro motivo, muito desenvolvedores insistem em cometer.

Se algo não é relevante, simplesmente não precisa estar lá!

O background não é mais importante que a informação

É comum encontrar web sites e blogs que, na busca por uma diferenciação e inovação, acabam utilizando backgrounds, ou planos de fundo, muito extravagantes, que mais atrapalham que ajudam.

Imagens de fundo devem servir para:

  • Contribuir para a experiência dos visitantes, direcionando seu olhar para o conteúdo;
  • Servir como elemento visual que serve de “agrado” ao visitante, suavizando a “carga sensorial” e aparecendo como algo bonito de se ver;
  • Causar sensações planejadas e direcionadas nos visitantes, contribuindo, dessa forma, para a estratégia de divulgação geral e servindo como auxílio de melhoramento de sua experiência na visitação;

Mas o que muito se vê pela web são planos de fundo confusos e esteticamente desagradáveis; texturas fortes, que atrapalham a leitura e cansam mais rapidamente a visão; em geral, elementos que diminuem o tempo de permanência e que minam a boa sensação de fazer uma visita àquele web site.

Tendo cuidado com o uso de planos de fundo esdrúxulos e que mais atrapalham que auxiliam, o desenvolvedor web deve se valer do bom senso e estudos de design antes de optar, impensadamente, por usar uma imagem ou textura como background.

Faça um bom contraste entre plano de fundo e texto

Reforçando o tópico anterior, para um design de web minimamente usável, o ato de ler daqueles que são visitantes devem ser natural e agradável. E este objetivo não pode ser alcançado se o visitante faz esforços desnecessários para ler seu conteúdo, que está sendo ofuscado por um background mal planejado!

Repetindo: um plano de fundo não deve ser posto ao caso; muito antes pelo contrário, deve somente ser usado quando se tem absoluta certeza de que, se figurar como elemento visual do site, mais contribuirá que atrapalhará.

Fazer um bom contraste entre plano de fundo e texto usado é também uma regra básica de design que, infelizmente, é amplamente negligenciada. Conseguir um bom contraste entre estes elementos constitutivos da página é fácil: basta ser simples!

Os livros que lemos têm suas páginas com texturas fortes e pesadas, da mesma cor que o texto ou é simplesmente papel branco com tinta preta impressa? Os jornais se valem de background extravagantes para apresentar suas notícias ou é simplesmente “papel puro” e tinta?

Simplicidade é chave!

Não que não se deva nunca usar um plano de fundo nas páginas dos sites e blogs (tanto que existem muitos que se valem deste recurso muito bem); mas, se o fizer, deve-se, além de usar o bom-senso e discernimento lógico, ter em mente dicas como:

  • Não utilize a cor do plano de fundo próxima a cor do texto. Isso dificulta a leitura, cansa mais rapidamente o leitor e, em casos extremos, torna impraticável a leitura dos conteúdos;
  • Se for usar texturas, que sejam suaves. Texturas como plano de fundo, como explicado, devem ser usadas com bastante cautela. Se é para usar alguma, que seja suave e agradável; que auxilie a experiência positiva que o visitante tem ao acessar as páginas;
  • Backgrounds múltiplos pode ser uma boa solução. Múltiplos planos de fundo podem ser eficientes em diversos casos. Usar um plano de fundo “geral” escuro, com um plano de fundo “secundário”, mais claro, no lugar onde está o texto, é uma boa técnica para “controlar” o direcionamento do foco de visão.
  • Backgrounds animados não existem. Isso é um mantra, entendeu? Repita: backgrounds animados não existem!

A principal dica para fazer um bom contraste entre planos de fundo e texto é se valer do bom e velho fundo branco com texto escuro. Como mencionado, veja como são livros, jornais e revistas – a comparação com a mídia eletrônica, neste caso, é perfeitamente válida.

Não é obrigatório que o texto seja, necessariamente, preto; o que vale é o bom contraste, que possibilite uma boa leitura e dê ensejo a um bom design, que seja facilmente usável e sensorialmente útil. Fazer um bom contraste entre plano de frente e plano de fundo é, também, uma regra de acessibilidade.

Existe um software sobre análise de contraste entre cores do primeiro e segundo planos. Dê uma olhada no artigo do Maujor sobre o Analisador de Constraste de Cores.

E essas dicas de minimalismo e usabilidade funcionam mesmo?

Se estas dicas para um webdesign minimalista e usável forem estudadas e aplicadas de forma correta, forem sabiamente usadas e postas em prática nos momentos adequados, certamente que você conseguirá um projeto com mais qualidade e um resultado final satisfatório!

Alertando que esta são apenas algumas dicas. Estudos contínuos e atualizações constantes na área de usabilidade e obtenção de conhecimentos atuais no campos de design certamente farão com que seu trabalho seja muito melhor e que você desenvolva um senso de criação de sites mais crítico e acurado.

Novamente o convido a observar o mundo à sua volta e fazer suas próprias constatações. Veja em publicações impressas e em mídias virtuais de qualidade, como o assunto da usabilidade e minimalismo é tratado na prática. Veja como são construídos bons webdesigns e o que sugerem os bons desenvolvedores.

Na verdade, fazer sites e blogs minimalistas e usáveis não é complicado. As pessoas é que complicam!

Estratégia na web

Empresas de todos os portes estão investindo pesado em mídia social sem se esforçar igualmente para forjar uma base sólida, construída sobre uma experiência do usuário amigável (usabilidade) e conteúdo de qualidade para terem uma estratégia na web equilibrada.

Para entregar um site que oferece aos usuários a experiência que eles estão procurando, é preciso que este seja definido sobre uma base sólida de conteúdos, navegação eficiente e boas práticas de SEO. Com isto em mente, vamos ao que Jason Schubring chama de “A Estratégia Web de Pirâmide”.

Este é um artigo traduzido do original “The Web Strategy Pyramid: A Well-balanced Web Strategy“, do blog Six Revisions, e sofreu algumas adaptações.

Conteúdo

“O conteúdo é rei” é um cliché, mas é assim por uma razão: é verdade. Um site pode ter os melhores anúncios, milhares de seguidores do Twitter  e um web design espetacular, mas nenhuma destes mantém usuários, a não ser que se tenha o conteúdo que eles estão procurando. Um conteúdo fantástico é o combustível que impulsiona todos os outros esforços. Afinal, por que alguém iria fazer um tweet sobre o seu site ou adicionar em alguma rede social se não há nada que vale a pena compartilhar?

A melhor maneira para ter um bom começo (e se manter com níveis positivos de crescimento e retorno) é através do conteúdo. Se ele é único, cativante, interessante e direcionado ao público-alvo, então uma base sólida está construída.

Alguns pontos a considerar são:

  • O conteúdo do site é baseado em termos que os usuários entendem ou há o uso de jargões?
  • O conteúdo é intencionalmente escrito para a web ou é reaproveitado a partir de material offline?
  • Se você é um blogueiro, seu conteúdo tem uma perspectiva e ponto de vista únicos, dignos de discussão e retweets?

Conteúdo para web é um assunto complexo, repleto de nuances, detalhes e pormenores. Essas são somente perguntas-base. Estude mais!

Usabilidade / Design

Se os visitantes não conseguem encontrar o que procuram, não importa que você tenha enchido o site com um conteúdo fantástico. Navegação complexa, má utilização de espaços em branco, gráficos ou animações que distraem e uma grande variedade de outros tropeços de UX podem acabar com a possibilidade de transformar uma visita em venda ou um seguidor em um grande fã!

Não há muito tempo, realizar um teste de usabilidade em um site ou aplicativo complexo podia custar milhares de “dinheiros” (dólares, euros, reais ou o que for). Atualmente existem muitos recursos grátis de usabilidade para recolher feedback dos usuários.

Também é possível discutir questões simples com colegas de trabalho e outras pessoas através de wireframes ou algum outro tipo de “rascunho”. As tarefas mais comuns são realizadas com facilidade? A navegação é facilmente compreendida? Essa e outras questões fundamentais são de vital importância: fazer testes “básicos” é melhor que fazer teste nenhum!

SEO

Alguns podem estar surpresos com o fato de que SEO não é um dos itens na base da pirâmide. “Se não é possível encontrar quem se importa?”. Nesse ponto, cabe uma explicação: se o seu conteúdo está bem escrito e focado nas necessidades dos visitantes, então já estão sendo feitos grandes progressos no caminho para um SEO eficaz!

Demasiadas vezes as pessoas tentam encontrar o “segredo” para uma boa classificação nos mecanismos de busca, mas nunca têm tempo para avaliar o conteúdo em seu site. Um dos verdadeiros segredos de SEO está em construir uma base sólida de conteúdos relevantes. Novamente, aqui estão alguns pontos a considerar:

  • Há no conteúdo as palavras-chave que seus usuários estão procurando?
  • Seus títulos (tags h1, h2, h3 etc) incluem palavras-chave?
  • O título das páginas conteêm palavras-chave e informam o tema do conteúdo?

De novo, estas são apenas algumas questões básicas. Mais informações podem ser encontradas no artigo “As melhores práticas de SEO para seu site ou blog melhorar o posicionamento nos mecanismos de busca” e na categoria SEO.

Mídia Social

Para o prosseguimento da leitura, assume-se que você tenha tido, pelo menos, um contato superficial de sites como o Facebook, Twitter e MySpace e, provavelmente/de preferência, tenha alguma experiência usando ferramentas para otimizar as atividades de mídia social (Radian6, ScoutLabs, HootSuite, etc).

Com este pressuposto em mente, o ponto mais importante é: tenha uma estratégia de longo prazo para mídias sociais!

Não são raras as empresas e/ou pessoas que iniciam participação em redes sociais sem ter um público-alvo, um propósito claro e objetivos bem definidos.Você tem uma estratégia bem definida para mídias sociais? Aqui estão alguns itens para ajudá-lo a determinar se esse é o caso:

  • Se você está num ambiente corporativo e alguém é designado para trabalhar em social media, esse será um trabalho focado, próprio ou é algo que só será feito quando houver tempo livre?
  • Sua empresa usa uma agência de publicidade para mídias sociais? Usar esse tipos de empresas normalmente é grande para o lançamento inicial e campanhas em curso, mas o que acontece em dois anos? E em quatro anos?
  • Quem responde às preocupações dos seus clientes no Twitter, Facebook e fóruns? Será que a escolha resiste ao teste do tempo e as expectativas dos clientes? Mais importante ainda: é rentável?

Pay-per-click (PPC)

Agora que uma estratégia de web está feita baseada em um grande conteúdo, uma interface amigável com uma excelente usabilidade, SEO e social media, é o momento do PPC.

Dependendo das necessidades de negócios, PPC pode desempenhar um papel bastante importante. Na maioria dos casos típicos, no entanto, você estará melhor servido por cuidar de todos os outros itens essenciais antes de usar o PPC. Olhe dessa maneira: por que gastar dinheiro para atrair visitantes para um site que não está bem posicionado para fazer o máximo de cada uma dessas visitas?

Considerações finais

Será que essa “Estratégia Web de Pirâmide” está, potencialmente, baseada em necessidades específicas de web e para seu negócio? Certamente que sim.

Se você é uma pequena ou média empresa e venda um produto para um pequeno nicho de mercado, SEO e PPC podem ser mais importantes; se você é um blogueiro, a mídia social é uma parte vital para sua atuação. O ponto central permanece o mesmo, independentemente de seus objetivos: cuide do básico e só siga adiante quando o básico estiver aceitável.

Estrutura de Conteúdo para Websites

Estrutura conteúdo para websites(conteúdo voltado para pessoas, e não para bots de busca) pode ser representada por um pirâmide, sendo esta dividida; cada parte representaria um aspecto importante da estrutura lógica dos sites.

Pirâmide de conteúdo: estrutura lógica de web sites (na perspectiva das pessoas / visitantes).

O próprio Thies dá explicações a respeito de cada divisão; com minhas próprias palavras (decorrentes de como interpretei a explicação), ficaria algo mais ou menos assim:

Página inicial

De acordo com Dan Thies, a página inicial é onde a maioria dos visitantes entram (ou conhecem) na maioria dos web sites e, embora possa ser feito um trabalho (SEO) para que outras páginas tenham um bom posicionamento, com o intuito de as pessoas entrarem no site através delas (o que acontece, efetivamente), a página inicial é visitada por mais pessoas e mais freqüentemente que qualquer outra página dos sites.

A “regra de ouro” é que se as pessoas conseguirem encontrar o que elas procuram (naquele site) a partir da home page, então o desenvolvedor optou pelo caminho certo; do contrário, há bastante trabalho a ser feito.

Segundo minha própria experiência na área (e o comentário do colega Alexis corrobora isso), parece que a afirmativa de que a página inicial é mais visitada e mais frequentemente que outras páginas do site já foi correta, atualmente valendo somente para determinados tipos de sites, como portais de notícias, por exemplo.

Categorias

A segunda “parte” é referente às categorias (“roadmap pages”, como Thies chama). Esta divisão da pirâmide é relativa à estrutura de páginas (ou hierarquia de diretórios), mais especificamente à maneira como esta estrutura está organizada e, a partir desta organização, o qual fácil é para quem está no web site encontrar a informação que deseja ou realizar uma tarefa que é necessária.

Há um mito na área de usabilidade na web que apregoa: “Qualquer informação no site deve estar a, no máximo, 3 cliques”. Na verdade, não é bem assim. Como cita Dan Thies (e Jacob Nielsen, também, em seu livro “Projetando Websites com Usabilidade”), as pessoas não se importam tanto com a quantidade de cliques que têm que dar, desde que o “trajeto” seja simples e que, a cada clique dado, a proximidade do objetivo almejado seja maior.

Com esta preciosa informação em mente, é possível pensar melhor na arquitetura da informação do web site e como ela pode facilitar (ou não…) a experiência do usuário.

Por “curiosidade”, na perspectiva de SEO, a segunda parte da pirâmide é formada por qualquer página do site que consiga fazer link com a página inicial.

Conteúdo

As “Destination pages” (literalmente como consta no livro para designar o conteúdo, propriamente dito), em um site típico, são as mais importantes, na perspectiva das informações e processos de web sites. O esquema de navegação de um “visitante comum” costuma ser o seguinte:

Esquema de navegação de pessoam que visitam web sites.

Exemplificando com um site de e-commerce, as “roadmap pages” seriam as categorias de produtos (eletrodomésticos, livros, CDs, etc) e as “destination pages” seriam as descrições de cada produto dentro de uma dessas categorias. Em uma perspectiva de otimização para mecanismos de busca, as “destination pages” seriam quaisquer páginas que ficam a 2 cliques da página inicial.

Novamente, isso deve ser interpretado à época da escrita do livro. Até mesmo por feeling é possível observar que essa suposta  estrutura navegacional não é seguida à risca pelo “usuário”, sendo o comportamento (“hábito”?) de procurar algo em buscadores e acessar página específica, diretamente, bem mais evidente.

Conteúdo profundo

Na maioria dos web sites, ter até três níveis de conteúdo (destination pages) é o suficiente: é possível ter milhares de páginas utilizando este profundidade.

A partir deste “limite”, é preciso fazer um trabalho um pouco mais elaborado (quer dizer, diferenciado) de SEO para uma adequada indexação de páginas que ultrapassam o terceiro nível do site. Então, segundo o que Dan Thies dá a entender, somente em casos em que realmente é preciso que devemos fazer um site com uma estrutura mais aprofundada que 3 níveis (que são mais que o suficiente).

Algo que, levando em consideração a Pirâmide de Conteúdo, faz bastante sentido; mas, devemos lembrar, este é um estudo e opinião de Thies e, não necessariamente, é uma constante para todo e qualquer tipo de site. É importante ter isso em mente.

Conclusão sobre a “Pirâmide de Conteúdo para Pessoas”

Ainda não terminei de ler o livro de Dan Thies; de qualquer maneira, digo que, até o momento, li coisas sobre SEO interessantíssimas, que jamais havia lido sobre o assunto.

Esta “pirâmide de conteúdo”, que representa a estrutura lógica de web sites para pessoas, realmente faz algum sentido. Somando a experiência do autor na área (anos de atuação) com as palavras e a lógica que ele se utilizou no livro, muito provavelmente esta analogia da pirâmide é correta.

Entretanto, como resguardado em vários momentos do artigo, estes são estudos e conclusões a que Thies chegou e compartilhou à época da publicação do livro. Para a atualidade, muitas dessas “regras” não se aplicam a todos os tipos de sites e/ou podem ser relativizadas, servindo a “Pirâmide de Thies” para pautar estudos e formular teorias de desenvolvimento, nunca como paradigma absoluto que deve ser cegamente seguida.

URL’s amigáveis é WordPress

O desenvolvimento web em WordPress é excelente! O CMS já vem com diversas funções e funcionalidades para facilitar a vida de desenvolvedores e, até mesmo, de pessoas que não tem o mínimo conhecimento em programação (um dos objetivos é esse, mesmo).

Mas muitos desenvolvedores, principalmente os ainda incipientes, esquecem que o WordPress nada mais é do que PHP! Claro, o WP é nada mais, nada menos, que um sistema feito em PHP, como você e eu poderíamos ter feito. Mas, por motivos que me fogem ao conhecimento, as pessoas esquecem isso… Talvez o nível de abstração em programação que o CMS proporcione seja o “culpado”, mas, sinceramente, não tenho certeza.

Então, se você tiver a curiosidade de vasculhar os arquivos PHP que fazem do WordPress o que ele é, vai ter uma grata surpresa e encontrar uma rica fonte de scripts, funções e funcionalidades que você sempre quis implementar e não sabia como!

URLs amigáves à WordPress

Por exemplo, muitos querem implementar uma estrutura de URLs amigáves (gerar os famosos “slugs”) em sistemas desenvolvidos do zero  – seja através de frameworks ou em PHPU (“PHP Unha”) -, mas não sabem como. Ora, se sabemos que o WordPress possui um ótimo sistema de geração de slugs e temos acesso a seu código-fonte, tudo o que é preciso é vasculhar o código-fonte e encontrar as funções certas.

Seguindo o exemplo de gerar slugs, procurando um pouco, é possível saber que as funções necessárias se encontram em /wp-includes/formatting.php. E, como era de se esperar, as funções estão devidamente documentadas com seu escopo, parâmetros e retorno. Precisa de mais?

Para gerar URLs amigáveis à WordPress, são necessárias 4 funções. 3 “preliminares” que são:

E, com essas funções devidamente estabelecidas, a função que gera os slugs, propriamente dita:

Então, para gerar um slug em seu próprio sistema depois de implementar as funções mostradas, basta escrever:

Achou o nome da função grande ou feio? Você tem o código, altere como bem entender!

Considerações finais

O WordPress é software livre (registrado sob a licença GPL), então você pode pegar essas 4 funções e implementar em seu site/sistema/softwares sem o medo de receber uma cartinha do advogado da equipe WordPress amanhã ou depois.

Fica uma pergunta: você tem um software livre à disposição e fica quebrando a cabeça em busca de soluções de código que já existem e estão implementadas nele? Vasculhe todo o código fonte (veja alguns recursos que ajudam no artigo sobre ferramentas e recursos para desenvolvimento web) e procure por aquilo que vai lhe ser útil!

Comandos SQL para WordPress

Para quem faz uso um pouco mais avançado do WordPress, especialmente quem trabalha desenvolvendo sites com a plataforma, é bem comum aparecerem situações um tanto complexas. Para estas questões, seguem 13 fantásticos comandos SQL para WordPress!

Este é um artigo traduzido do original “13 Useful WordPress SQL Queries You Wish You Knew Earlier“, do blog Onextrapixel, e sofreu algumas adaptações.

Uma maneira prática de executar comandos SQL é através do phpMyAdmin. Até a hospedagem mais básica dá acesso à ferramenta de banco de dados, então não há dificuldades nisso. Uma vez no sistema, você deve selecionar aba “SQL” e escrever/colar a instrução SQL que deseja executar.

13 fantásticos comandos SQL para WordPress: aba SQL do phpMyAdmin

Os comandos SQL para WordPress a seguir são para o prefixo padrão do WordPress “wp_”. Caso o prefixo de suas tabelas seja diferente (o que é recomendado, por questões de segurança), faça os devidos complementos necessários às queries.

Alterar siteurl e homeurl

WordPress armazena o caminho absoluto da URL do site (“siteurl”) e URL da home (“homeurl”) no banco de dados. Portanto, se você transferir o seu site WordPress do localhost para o servidor, por exemplo, o site não vai carregar! Isso ocorre porque o caminho absoluto ainda está apontando para o seu localhost. Você vai precisar executar um comando para resolver isso.

Alterar GUID

Depois de migrar seu blog a partir de, por exemplo, localhost, para o servidor ou de um outro domínio para um novo domínio, você terá que corrigir as URLs para o campo GUID na tabela wp_posts. Isto é crucial, porque GUID é usado para montar o slug de seu post do caminho absoluto do artigo correto.

Alterar URL no conteúdo

O WordPress utiliza caminhos absolutos no URL ao invés de um caminho relativo quando vai armazená-los no banco de dados. Dentro do conteúdo de cada registro de artigo, ele armazena todas as URLs antigas referenciando as fontes antigas. Portanto, você precisará alterar todas essas URLs com o endereço do novo domínio.

Alterar apenas o caminho das imagens

Caso seja preciso alterar o domínio das imagens inseridas nas páginas e artigos, esta solução vai ajudar você a fazer isso de forma simples.

Também é preciso atualizar o GUID para o tipo “attachment” com a seguinte instrução SQL:

Atualizar Post Meta

Atualizar Post Meta funciona quase da mesma maneira como atualizar a URL no conteúdo do post. Se você tiver dados extras para cada post, você pode usar a seguinte instrução para alterar todos eles.

Alterar o nome usuário padrão “admin”

Apesar de que na versão 3 do WordPress o usuário “admin” poderá ser alterado no momento da instalação, não custa deixar para a posteridade a dica de como alterar o nome do “admin”.

Resetar password

Já quis resetar sua senha no WordPress mas, por algum motivo, não conseguiu usar a seção para resetar o password? Eis a solução:

Transferir artigos de um autor para outro

Para transferir os artigos de um autor para outro, você gasta um tempo enorme se fizer isso manualmente. Com o comando SQL a seguir, é possível fazer isso facilmente. Para a dica, é preciso saber o ID dos autores.

Apagar revisões

Quando se está editando um artigo no WordPress, é comum cópias de segurança serem feitas para garantir o trabalho feito. São as chamadas “revisões”. Com o tempo, o número de registros de revisões fica grande e isso pode comprometer a performance do banco de dados. Para apagar todas as revisões de artigos, dê o seguinte comando SQL:

Lembrando que este é o comando para apagar revisões já feitas. Caro queira desativar o recurso (ou limitar o número de revisões), saiba como neste artigo sobre como limitar e desativar revisões de posts no WordPress.

Apagar post meta

Instalar e remover plugins é algo corriqueiro quando se trabalha com WordPress. Alguns plugins precisam de criar alguns post meta para funcionarem corretamente e, para esses casos, não é raro o acontecimento de, mesmo depois de o plugin ser desinstalado, algum “garbage meta” ficar enchendo o BD desnecessariamente. Uma limpeza em algum valor de post meta, às vezes, se faz necessária.

Exportar todos os e-mails de comentários

Quanto mais tempo seu blog/site fica no ar, é provável que mais comentários receba nos artigos publicados. Se, por algum motivo, for preciso uma listagem com e-mail de todas as pessoas que já comentaram até então, basta executar o seguinte comando:

Uma vez que a listagem esteja concluída, exporte tudo através do phpMyAdmin.

Apagar todos pingbacks

A medida que o site/blog fica no ar – e se você tiver bom conteúdo a oferecer – o número de pingbacks começa a influenciar a qualidade do banco de dados. Para apagar todos pingbacks, proceda da seguinte maneira:

Apagar todos comentários de SPAM

Sem maiores explicações, eis a maneira de deletar todos os comentários marcados como SPAM:

Identificar tags não usadas

Num banco de dados WordPress, se você executar alguma query SQL para apagar posts, as tags relacionadas não serão apagadas e continuarão aparecendo na nuvem de sugestão de tags e listagem de tags. Para identificar esse tipo de tag, execute a seguinte instrução SQL:

Lembre-se: é sempre bom fazer um backup completo de seu banco de dados antes de executar queries SQL (principalmente se você não souber muito bem o que está fazendo)!

Desenvolver tema WordPress

Desenvolver tema WordPress. Muitas pessoas usam o WordPress como plataforma para blogging, sites, portais e outros tipos de projetos online. Depois de instalar o WordPress, a maioria dos usuários de WordPress normalmente vai em busca de um tema pronto para não usar o tema padrão que vem com o WP.

Quer você use temas gratuitos ou pagos (ou, mesmo, desenvolva seus próprios temas), existem muitas maneiras de melhorá-los através de dicas para fazer temas WordPress melhores!

Use favicon personalizado

Quando um site não tem um favicon personalizado, ele pode parecer não-profissional. Certifique-se que o seu tema WordPress tenha um favicon próprio. Você pode conferir uma lista de geradores de favicon para ajudar.

Para fazer referência ao seu ícone no WordPress, basta colocar o seguinte código, normalmente dentro arquivo header.php que pode ser encontrado na pasta raiz do seu tema (levando em conta que o arquivo da imagem também está na pasta raiz):

Estilize a legenda das imagens

Quando você faz upload de uma imagem para colocar em um post ou página do WordPress, dentre outras opções, é possível inserir uma legendas para colocar uma descrição para a imagem. Um bom tema WordPress deve incluir regras CSS para estilizar as legendas da imagens. Para estilizar as legendas segundo o padrão do WordPress, insira as seguintes linhas em seu arquivo CSS (geralmente chamado styles.css):

Veja o artigo com o guia completo sobre breadcrumbs para visualizar imagens com captions estilizados corretamente.

Use PHP Flush

Chamando a função flush() do PHP imediatamente depois do cabeçalho HTML, você será capaz de acelerar seu site WordPress. Basta adicionar esta linha com a chamada à função após o </ head> (por padrão, no arquivo arquivo header.php):

Esse código simplesmente força seu servidor web a enviar cabeçalho do site antes de enviar o restante do conteúdo. Usando a função flush(), o navegador tem tempo para baixar todas as folhas de estilo referenciadas no cabeçalho enquanto espera pelas outras partes da página.

Minimize os arquivos de seu tema WordPress

É muito útil ter os arquivos CSS e javascript de seu tema minimizados para reduzir seu tamanho, consequentemente realizando uma transferências de arquivos mais rápido, aumentando a velocidade do site, em geral. Minimizar os arquivos significa retirar caracteres desnecessários deles, como espaços e tabs (e, no melhor caso, juntar todos os arquivos do mesmo tipo em um só).

Existem diversas ferramentas gratuitas na internet para minimizar arquivos CSS e javascript. Para javascript, existem, dentre outros, os excelentes JavaScript Compressor, /packer/, jsCompress e YUI Compressor Online. Para fazer um minify em arquivos CSS, confira o item “Otimizadores e Formatadores de CSS” do artigo de ferramentas e recursos para desenvolvimento web.

Existem, também, vários plugins para WordPress para minimizar e otimizar os arquivos, como o WP Minify e W3 Total Chache, que fazem o serviço de minify de forma bastante transparente e, ainda, melhoram outros aspectos para otimização de temas WordPress, tais como manipulações de cache, combinação de arquivos, e outros para melhorar a velocidade do site.

Substitua funções e hooks por conteúdo estático

Os arquivos de temas que podem ser baixados na web precisam ser bem flexíveis, para atender ao maior número de pessoas que os queiram usar. Por isso, existem diversas chamadas a funções e hooks que permitem que um tema funcione nas mais diversas formas e situações.

No entanto, isso pode acarretar em uma perda de performance e desempenho das página, já que cada vez que uma página é gerada, ela precisa fazer várias chamadas a hooks/funções para renderizar a página.

Inspecione os arquivos do tema que você escolheu para seu site/blog e perceba as chamadas desnecessárias. Por exemplo, no header.php, você pode encontrar uma linha parecida com esta:

Essa função serve para mostrar o nome do seu site (definido nas configurações no Painel Administrativo) na barra de títulos do navegador. Na verdade, o nome do site não se altera quase nunca, então, para que deixar mais uma chamada a função? Isso consome recursos do servidor e reduz o tempo de carregamento do site. Você pode, facilmente, substituir por:

Eis um outro exemplo do que pode ser encontrado no header.php:

Essa linha usa a função para referenciar o caminho de onde se encontra o arquivo “style.css” do tema. Mais uma vez, é possível poupar recursos do servidor com uma simples mudança:

Esses foram somente 2 exemplos, mas existem muitas outra chamadas a funções “desnecessárias” quando se baixa um tema, seja ele gratuito ou pago. Vasculhe os arquivos do tema usado e substitua por conteúdo estático sempre que possível.

E você, tem mais alguma dica para o desenvolvimento de temas WordPress melhores? Comente!

Problemas comuns de WordPress

Todos os dias há perguntas postadas nos fóruns de WordPress sobre alguns dos problemas WordPress mais comuns que novos usuários enfrentam. É fácil de instalar e divertido de trabalhar com WordPress e os novos usuários se animam, rapidmente, com os poderosos recursos oferecidos por muitos de seus plugins e temas.

Eventualmente, os neófitos se deparam com perguntas, questões e problemas que muitos antes deles também já se depararam. WordPress tem uma enorme comunidade global de usuários por trás, então, não importa o problema que um usuário esteja enfrentando, há uma boa chance de que alguns outros usuários já o tenham enfrentado e que já exista uma solução disponível para corrigir esse problema ou responder a essa pergunta.

Neste artigo, vamos discutir alguns desses problemas comuns de WordPress e aprender, através de suas soluções, como resolvê-los.

Consumo de memória do WordPress

WordPress excesso de uso de memória

Quando um site rodando em WordPress cresce em popularidade e pageviews, o consumo de memória é um dos primeiros (se não, o primeiro) problema que os mantenedores do site enfrentam. Se eles estão em uma hospedagem compartilhada ou um VPS, seus webhosts enviarão e-mails sobre o uso de memória e limite alocado. Pelo menos, os bons hosts farão isso; se for um de baixa qualidade, seu site pode apenas cair e você sequer vai ficar sabendo disso a tempo…

Felizmente, existem diversas soluções para esse problema.

O motivo pode ser um plugin ou tema mal feito rodando. Para descobrir, instale o plugin WP-Memory-Usage. Desative todos seus plugins, exceto o WP-Memory-Usage e, em seguida, vá ativando um por um. Observar como vai ficar o uso de memória depois de ativar cada plugin pode ajudar a descobrir qual(is) é(são) o(s) vilão(ões) da história.

Depois dessa verificação inicial, se os temas e plugins estiverem funcionando dentro do esperado, então pode ser uma ótima ideia instalar um plugin de cache, como W3 Total Cache ou WP Super Cache. Se um plugin de cache não reduzir significativamente a memória com as configurações padrão, será preciso uma configuração mais específica, alterando parâmetros tais como compressão, minify de scripts, aumentar o intervalo dos caches, etc.

Leia estes excelentes artigos (em inglês) sobre como otimizar instalações de WordPress:

Sites em WordPress hackados

WordPress hacked

Outro problema comum de WordPress é descobrir que seu site foi invadido! As chances de tal coisa acontecer em seu site podem ser significativamente reduzidas seguindo algumas dicas práticas de segurança para WordPress.

Existem diferentes tipos de hacks que os usuários do WordPress enfrentam. O mais comum deles é quando um site redireciona para algum outro site com conteúdos ilegais e/ou obscenos, links injetados para outros sites, códigos estranhos em arquivos de temas, etc. Lembre-se de que, na maioria das vezes, é fácil corrigir esses problemas.

  • Mantenha sempre a instalação do WordPress atualizada com a última versão
  • Faça backups regulares de sua instalação e banco de dados WordPress
  • Execute o WP-Security-Scan, um excelente plugin para detectar códigos suspeitos em seus temas, plugins e arquivos principais do wordPress. Se você encontrar algo suspeito em plugins ou temas, apague! Se você encontrar algo suspeito no core do WordPress, substitua por novos!
  • Verifique regularmente seu arquivo .htaccess por mudanças e códigos suspeitos
  • Leia o artigo “My site was hacked” no Codex do WordPress, peça ajuda em fóruns, peça a ajuda do seu provedor de hospedagem para ter certeza que não aconteceu um ataque em todo o servidor.

Perda da senha de admin e/ou e-mail

É realmente surpreendente quantas pessoas instalam o WordPress e esquecem seus nomes de usuário, senha e e-mail utilizados durante a instalação. Existem várias maneiras de recuperar senha e nome de usuário e é importante conhecer algumas delas.

Recuperar senha do WordPress via PHPMyAdmin

Se você tiver acesso ao banco de dados através do phpMyAdmin, vá até lá e encontre a tabela wp_users. Clique na aba “Procurar” e, em seguida, encontre seu user_login. Clique no ícone “Editar”, à esquerda da linha. Agora você vai ver sua senha encriptada; exclua e substitua por qualquer senha que quiser. Haverá um drop-down “Funções” ao lado. Clique sobre ele e selecione “MD5”. Clique em “Executar” e pronto, você atualizou sua senha!

Alterando a senha do WordPress através do PHPMyAdmin

Recuperar senha do WordPress por FTP

Conecte em seu site via FTP, vá em wp-content/themes/SEU_TEMA. Substitua “SEU_TEMA” com o nome do tema ativo em seu site. Edite o arquivo functions.php (se você não tiver um no seu tema, crie). Adicione esta linha:

Substitua “NovaSenha” com qualquer senha que você quiser. O “1” é o para o user_ID – supondo que você é o admin do site e não excluiu o primeiro usuário que criou durante a instalação.

Faça upload do arquivo editado de volta para o servidor. Agora, faça o login usando a senha que você adicionou no functions.php. Uma vez que você tenha conseguido logado, lembre-se de apagar esta linha de seu arquivo de funções.

Escrevendo código em posts e widgets

Para fazer o WordPress mais seguro e proporcionar um ambiente confiável e consistente, por padrão a plataforma não permite que os usuários insiram códigos nos posts, comentários e widgets. No entanto, depois de algum tempo a maioria dos novos usuários se sente confortável o suficiente com o WordPress para querer adicionar funcionalidades diferentes nessas áreas.

Por exemplo, para mostrar os códigos deste artigo, não é possível simplesmente colar o código. Ele seria retirado pelo WordPress e não seria mais legível.

Adicionando código nos posts do WordPress

O Codex do WordPress sugere o uso de entidades HTML para escrever código, mas esta é uma forma muito custosa de se fazer isso. Então, se você pretende compartilhar regularmente trechos de código com os visitantes de seu website, então você precisa de algum plugin específico, tal como o Syntax Highlighter Evolved.

O plugin permite escrever código em seus posts e estilizar códigos com shortcodes. É muito fácil de usar, personalizável e suporta várias linguagens incluindo PHP, JavaScript, HTML e CSS.

Adicionando código nos widgets da barra lateral

Também pode haver a necessidade de exibir trechos de códigos em Widgets ou adicionar uma função ou tag em um widget. Para isso, é possível instalar algum plugin, como PHP Code Widget ou Widget Logic.

Conclusão

Certamente, deve haver outras perguntas comuns, questões e problemas que os novos usuários de WordPress muitas vezes se deparam. A primeira coisa a se fazer quando se deparar com qualquer problema com seu site WordPress é pesquisar.

Faça buscas usando diversos termos e você vai ver que muitas pessoas já forneceram soluções para esses problemas de WordPress. Se não, você pode sempre fazer perguntas no Fórum WordPress, IRC e outros fóruns WordPress relacionados.

SEO e Experiência de Utilizador (UX)

Experiência do Utilizador (ou User Experience, também chamada UX) desempenha um papel fundamental em orientar decisões básicas que moldam web sites e produtos digitais e, cada vez mais, está “tomando seu lugar à mesa”, por assim dizer. A razão é porque UX é multidisciplinar, englobando Design, Arquitetura da Informação, Usabilidade, Design de Interface, Estratégia de Conteúdo e Pesquisa. Apesar da sua relativa “juventude”, UX, como disciplina, tem crescido exponencialmente nos últimos anos.

Consultores de SEO são trazidos mais tarde ao processo e, geralmente, têm um alcance de trabalho limitado em UX, mas seus esforços podem ter um impacto mais amplo por causa dos números. Então, por que SEO parecem ter menos força com a liderança executiva?

Ambas as disciplinas construíram suas reputações na tomada de decisões apoiadas por dados, mas como especialistas em SEO podem aplicar o sucesso de UX em seus cargos?

Breve história

Pessoas que trabalham com Experiência do Utilizador (UX) não acabaram de surgir. Eles eram psicólogos, jornalistas, designers de interface e arquitetos da informação – pessoas que escutam bem e pode traduzir suas descobertas em recomendações contextuais. UX, em sua forma atual, existe desde meados da década de 1990. Anteriormente, pessoas da área de UX estariam trabalhando em áreas afins como:

  • Psicologia
  • Ergonomia
  • Interação Humano-Computador
  • Design de Produtos
  • Biblioteconomia

SEO existe desde, pelo menos, 1997, e evoluiu em conjunto com a tecnologia. Antes disso, o análogo mais óbvio seria marketing. Há pontos em comum definidos nos dados que os profissionais de UX e SEO trabalham, mas as pessoas que trabalham nestas áreas têm diferentes origens e prioridades que podem contribuir para a desconexão entre os dois.

A maioria das pessoas que querem/têm um site veem SEO como uma grande prioridade. Ninguém quer pagar por um sistema que não existe aos olhos dos mecanismos de busca e, portanto, corre o risco de ter seu crescimento obstruído. SEO é uma preocupação crítica, mas é, em última análise, secundária a uma grande experiência.

O papel da UX

Círculos multidisciplinares da UX

Implementar processos centrados no utilizador se tornou uma prioridade em muitas empresas porque tem um alto retorno sobre o investimento (ROI), muitas vezes resultando, diretamente, em maior satisfação do cliente, crescimento do negócio e engajamento de marca.

Não existe uma definição singular sobre o que é o processo de UX, já que os que atuam na área trazem sua própria combinação única de habilidades e conhecimentos para os projetos e porque as recomendações variam de acordo com cada contexto em que se está trabalhando.

Alguns diriam que UX se concentra em acrescentar “personalidade” e utilidade para um meio inerentemente sem emoção. Um bom profissional de UX irá:

  • Ajudar pessoas (“utilizadores”) a alcançar seus objetivos
  • Equilibrar os objetivos do negócio com a integridade da experiência do utilizador
  • Em última instância, ajudar as pessoas a melhorar suas vidas através da tecnologia

A grande marca de um consultor de UX é a facilitação (entre as preocupações dos stakeholders, estratégia, design, conteúdo e engenharia). Consultores de UX idealmente atuam como agentes de mudança dentro das empresas.

SEO e UX são diferentes

UX e SEO numa corrida de revesamento

As pessoas realmente não enxergar uma interseção entre UX e SEO. É mais ou menos como na Corrida de Revezamento: eles não querem se tocar, só querem se apressar e seguir em frente.

Simplificando, SEO leva as pessoas a um site, aumentando a encontrabilidade de informações; e UX as mantêm lá, fazendo com que a informação seja envolvente e utilizável. Não é mágica. Os comportamentos de busca de informação que as pessoas usam para encontrar o que estão procurando pela primeira vez são muito diferentes dos “gatilhos” que levam a tráfego repetido.

Ambas as disciplinas são necessárias para acomodar diferentes tipos de informações de comportamentos de busca; o objetivo primordial deve ser o equilíbrio entre o ranking nos mecanismos de busca e a integridade da experiência da marca. Em última instância, a relação do utilizador de longa duração é com a experiência.

“Me dê alguma coisa acionável”

Todo estão fazendo o trabalho necessário para ajudar produtos digitais a encontrarem sua audiência; como isso é alcançado é “o” ponto de diferenciação. Tudo se resume a todos pedindo a mesma coisa: “Me dê alguma coisa acionável”.

O que UX e SEO consideram como “acionável”?

SEO considera métricas web como acionável – dados quantitativos que são derivados a partir de medições. Ao lidar com o tráfego web, minutos ganhos podem se traduzir em números enormes em sites de grande escala. Devido ao fato de os consultores serem trazidos mais tarde no ciclo de planejamento de um produto, há uma ênfase em melhorias incrementais conforme o tempo passa.

UX emprega métodos de pesquisa qualitativa e quantitativa em sua busca pelo equilíbrio entre utilidade e prazer. Dependendo do projeto, você pode precisar de dados quantitativos, como web analytics. Outras vezes você pode usar dados qualitativos como:

  • Entrevistas com utilizadores
  • Análise heurística
  • Pesquisa de campo

Essas fontes de dados, qualitativas e quantitativas, são essenciais para a identificação de oportunidades de mudança – grandes e pequenas.

Estratégia de Conteúdo e SEO a longo prazo

A longo prazo, SEO deve quase que cuidar de si mesmo com uma boa Estratégia de Conteúdo e uma “voz de marca” diferenciada – conteúdo real deveria, teoricamente, levar a ganhos reais de tráfego.

Envolvente, o conteúdo exclusivo é essencial para a sua estratégia, claro. Essa estratégia poderia envolver o crescimento do “estilo” de uma marca ou o estabelecimento de liderança de pensamento em um campo, em particular, ou o desenvolvimento de uma marca orientada a serviço. Conteúdos novos também são cruciais se você está focado em compartilhamento social e backlinking, já que ambos aumentam o alcance de um site e fazem crescer a base de utilizadores.

Técnicas de SEO podem desvirtuar a Estratégia deConteúdo se aplicadas em excesso. Quando os ganhos são mais de de otimização, ao invés de conteúdo real, relevante, a experiência geral é diminuída. A desvantagem desta maior ênfase na estratégia de conteúdo é que SEOs podem, eventualmente, não serem mais necessários em dado momento.

Mas existe alguma forma de agregar valor e fazer crescer o papel de SEO que não está em desacordo com a experiência holística do cliente?

Educação como chave para a elevação da disciplina

É a educação a chave para elevar a disciplina e levar a SEO para o próximo nível?

Uma coisa que UX tem feito muito bem na última década é se promover. Existe uma comunidade ativa na internet dedicada a melhorar e legitimar a UX, ajudando a próxima geração de profissionais da área a crescer em seus cargos.

Design originalmente se referia ao apelo visual, mas esses esforços criativos muitas vezes tornaram muitos sites inutilizáveis… Design se expandiu para incluir UX, o que transformou o site atrativo num sistema coeso. Os sistemas foram ficando funcionais e atrativos, mas não particularmente interessantes, daí a necessidade da Estratégia de Conteúdo.

Qual é o objetivo de um sistema atraente, funcional e envolvente que não se pode encontrar? Assim, a necessidade de SEO. É um pouco de especialidade nicho que às vezes é tratado como um adendo pelo pessoal que faz a administração.

SEO ainda está, muitas vezes, associado a táticas questionáveis devido à época em que era mais comum que atualmente comprometer a experiência global em função de pequenos ganhos em rankings de busca. Táticas como:

  • “Keyword stuffing”
  • Rodapés obesos, cheios de links
  • Conteúdo falso e/ou de baixa qualidade

Capacitar a próxima geração de designers e SEOs para tomar decisões inteligentes e educar as partes interessadas nesse sentido é a chave para o crescimento da disciplina e elevação da percepção do nível executivo de SEO.

Jakob Nielsen recentemente levantou um excelente ponto sobre SEO de curto prazo ser, principalmente, sobre um bom design. E a definição de “bom design” deve incluir projetar com SEO em mente, para além de todas as outras coisas que os designers de hoje têm de se preocupar. Seria incentivar jovens designers de projetos de sistemas a não violarem os princípios básicos de encontrabilidade, acessibilidade e credibilidade.

Quando designers se preocupam com os princípios básicos de SEO, eles têm o poder de melhorar a integridade de seus projetos. Quando as pessoas têm um sentimento de “posse” do processo, eles são mais propensos a valorizar a ênfase adicional nas melhores práticas de SEO. Consultores então seriam livres para o trabalho mais especializado ou para encontrar novas maneiras de contribuir para expandir a definição de seus papéis.

O valor de UX

Não existe uma quantidade finita de trabalho, empregos ou de receita; a grande coisa a respeito de UX é o tanto que as pessoas estão dispostas a pagar por isso. Rúben Steiger fala sobre isso em seu artigo “Who’s the Chief Experience Officer?“.

Em seu livro “Future Shock”, de 1971, o futurista Alvin Toffler falou sobre a vindoura “indústria experiencial” em que as pessoas no futuro estariam dispostas a alocar altos percentuais de seus salários para viver experiências incríveis […] […] Empresas precisam começar a pensar sobre a relação holística entre suas marcas, produtos e serviços. “Moldar” uma experiência requer um projeto que considera estes três elementos de marca, produto e serviço, a fim de gerar resultados bem sucedidos.

Faz sentido que as empresas teriam que sentar e prestar atenção às oportunidade em mãos. Diretores de Experiência (CXOs) até já começaram a fazer incursões na estrutura executiva da indústria da tecnologia. Quantos profissionais fizeram isso recentemente?

Muitas empresas querem ser a Apple, uma empresa reconhecida pela qualidade de sua UX, mas estes “wannabes” (termos pejorativo para se referir a pessoas que querem ser o que não são) não estão dispostos a colocar o trabalho em seus processos de design de produto e cadeia de suprimentos para suavizar os solavancos. Você não pode simplesmente imitar a aparência de um sistema porque, no minuto em que os utilizadores começarem a tentar fazer as coisas que querem/precisam fazer, as diferenças se tornam claras.

Experiência do Utilizadores tem um lugar à mesa porque o valor agregado é claro. Processos eficientes de design centrado no utilizador resultam em maior satisfação do cliente, o crescimento do negócio e num engajamento global de marca. A contribuição da UX para produtos digitais, em última análise, ajuda as pessoas a melhorarem suas vidas através da tecnologia.

Pode a SEO ganhar um assento à mesa?

Pode a SEO ganhar um assento à mesa?

Especialistas em SEO podem ter de se adaptar a fim de evitar o destino de “marginalização”. Estratégia de Conteúdo apenas começou a ter seu “lugar ao sol” e sua contínua popularidade poderia reduzir a necessidade de otimização de busca para todos. Especialistas em SEO terão que aprender novas especialidades no futuro ou enfrentar a concorrência cada vez mais dura por trabalhos? Há outras oportunidades além dos paradigmas habituais para fazer crescer a posição de SEO dentro das organizações?

UX capturou o Zeitgeist (“Espírito do Tempo”) porque tem uma comunidade robusta dedicada a crescer, educar e legitimar o campo, e provou seu valor para a liderança executiva. Alguns diriam que SEO tem um problema de percepção, indo sempre pelo caminho do nível executivo.

Pode ser hora de considerar uma reeducação das partes interessadas e membros da equipe sobre o valor de SEO.