O que é o Certificado SSL

Certificado SSL

O que significa SSL?

Certificado SSL, ou então SSL (Secure Sockets Layer) é a tecnologia de segurança padrão para estabelecer um ligação encriptada entre um servidor web e um browser.

O que é um certificado SSL?

Certificado SSL , são pequenos arquivos de dados que ligam digitalmente uma chave criptográfica aos detalhes de uma organização.

certificado ssl
certificado ssl

Para que serve?

Este ligação garante que todos os dados transmitidos entre o servidor web e browsers permaneçam privados e não sejam comprometidos. O SSL é um padrão da indústria e é usado por milhões de sites na protceção das suas transações on-line com seus clientes.

Como funciona?

Para poder criar uma ligação SSL, um servidor web requer um certificado SSL. Quando opta por activar o SSL no seu alojamento, será solicitado que preencha uma série de perguntas sobre a identidade do seu site e da sua empresa. Serão criadas chaves encriptadas – uma chave privada e uma chave pública.

A chave pública não precisa ser secreta e é colocada num Certificate Signing Request (CSR) – um arquivo de dados que também contém a informação previamente inserida. Deve então submeter o CSR. Durante o processo de solicitação de Certificado SSL, a Autoridade de Certificação validará os dados e emitirá o Certificado SSL. O seu alojamento irá relacionar o Certificado SSL emitido à sua Chave Privada previamente gerada. O servidor web, em seguida, será capaz de estabelecer uma ligação encriptada entre o site e o browser de quem acede.

Quando um browser acede a um site seguro, irá analisar o certificado SSL do site e verificar se este  não está expirado,  se foi emitido por uma autoridade de certificação que o browser confia e se está a ser usado pelo domínio para o qual foi emitido. Se falhar em qualquer uma dessas verificações, o browser irá apresentar um aviso ao utilizador informando que o domínio não está protegido por Certificado SSL. Atenção o seu site também vai gostar.

Onde posso comprar?

A WebHS fornece um vasto leque de certificados SSL, sendo que trabalhamos com a Comodo, RapidSSL, GeoTrust, Alpha SSL, thawte e Symantec. Veja qual será ideal para si em url de destino.
comodo     
  symantec

Web Design Responsivo – sites adaptáveis a dispositivos móveis

Web Design responsivo

sites adaptáveis a dispositivos móveis? Sim é um realidade.

O número crescente de utilizadores de internet através de dispositivos móveis como o iPhone, iPad e outros smartphones ou tablets, criou uma nova exigência na indústria do desenvolvimento web: websites com layout responsivo, que se adaptam a estes pequenos dispositivos.

Desenvolvemos websites com design responsivo, que se adaptam a dispositivos móveis, promovendo uma usabilidade adequada à dimensão e formato destes dispositivos. Contacte-nos ou de preferir peça uma proposta para o seu projecto móvel.

versão mobile

Alguns Sites exigem mais do que um layout responsivo e, nestes casos, é desenvolvida uma versão mobile do website de raiz, com características e funcionalidades orientadas para o utilizador de dispositivos móveis.

A versão mobile de um Site permite  dedicar um não só um layout, grafismo e navegabilidade mais apropriada, como também, criar uma estrutura de conteúdos própria e mais adequada ao utilizador de dispositivos móveis.

 

mobile marketing

A Google considera os websites responsivos (ou com versão mobile), como um novo factor de qualidade para os anúncios no Adwords.

Como resultado, as campanhas optimizadas para dispositivos móveis oferecem prioridade e melhor desempenho para esses websites. Este tipo de campanhas geram normalmente mais tráfego a um custo mais reduzido.

Website mobile? Agora é obrigatório.

60% do tráfego registado pela Google é realizado via smartphones e/ou tablets, o que levou a empresa norte-americana a atualizar o seu algoritmo, penalizando os websites que não apresentem adaptabilidade a dispositivos móveis.

 

Face a este enquadramento, ter um website responsivo (ou com versão mobile) deixa de ser opcional, mas sim uma exigência absoluta para quem pretende assegurar a visibilidade do seu site na internet.

 

Como fazer meu site vender mais?

Como fazer meu site vender mais?

Depois de muito esforço, estudos e investimento, você finalmente coloca o seu site no ar. Mas aí, fica a dúvida: será que ele vai conseguir cumprir seu papel de vendedor? Caso não, você então se pergunta: como fazer meu site vender mais?

Não importa se o seu site é um e-commerce que trabalha diretamente com a venda do produto, ou um site institucional, cujo “produto” vendido é a imagem da sua empresa. Se ele não traz resultados positivos para você, não serve para nada.

A Realidade Atual do Comércio Eletrônico

Vamos analisar alguns pontos:

O trabalho desenvolvido em e-commerce no Brasil é um dos mais poderosos do mundo, com crescimento que supera a marca de 15% anual. Em compensação, o número de entrantes no mercado é alto, sendo que eles utilizam técnicas cada vez mais sofisticadas. Isto torna a briga pelas primeiras colocações nos buscadores um embate digno de gladiadores romanos.

Ou seja, a arte de atrair os usuários está cada vez mais complexa. Não basta só colocar um site na web, é preciso fazê-lo vender para você. Também não adianta ter o melhor produto, o menor preço ou as formas de pagamento mais convenientes. Isto ficou para trás! Você precisa ter uma oferta de produto mais atrativa, ou uma imagem, no caso de um site institucional.

Como Fazer uma Oferta de Produto Mais Atrativa

Não existe uma solução padrão para isto, nem mesmo uma resposta instantânea. Como fazer meu site vender mais é uma pergunta que é respondida diariamente, num processo de análise, de tomada de decisões baseadas em dados e nunca em achismos ou “chutes”.

Existem algumas ramificações do marketing digital que, ao serem trabalhadas de maneira mais efetiva, podem melhorar, e muito, as vendas de seu site. Sendo assim, a Cia Web Sites separou 8 dicas especiais para você aumentar vendas pela internet e superar as próprias expectativas!

8 Dicas para Aumentar suas Vendas na Internet

1) Conheça o seu Público

Este é o ponto central para se conseguir vender qualquer coisa:

  • Quem é seu público?
  • O que ele quer?
  • Quando ele quer?
  • Onde ele quer?
  • Como ele quer?
  • Quanto ele quer pagar?

Pode parecer balela, mas é incrível a quantidade de empresas que simplesmente ignora seu público na hora de criar um site ou confeccionar alguma campanha.

Uma grande vantagem que a internet nos dá é a precisão na análise de dados. Por exemplo, pelo Google Analytics (ferramenta gratuita de monitoramento de sites do Google), é possível levantar inúmeras informações úteis; só precisamos saber aplicá-las!

Identificando as Necessidades do seu Público

Conhecer o seu público não significa estritamente montar um público alvo (classe A, moradores da região norte de BH, com idades entre…). É entender todas as etapas do processo de compra de seu consumidor. Uma vez mapeado o seu comportamento, podemos identificar gargalos e oportunidades que podem ser aproveitadas em seu site. Podemos separar este processo em 3 etapas:

– Estado Antecedente

Estado que antecede o momento da compra. São situações que levam a pessoa a querer consumir o seu produto. Elas podem ser divididas em fatores situacionais, pelo contexto de uso, pela pressão do tempo, pelo humor, orientação, influenciadores, etc.

– Ambiente de Compra

Estratégias feitas no momento da venda para influenciar seu usuário a efetivar a compra. Algumas delas são: experiência de compra, estímulo no ponto de venda, interação na venda, etc.

– Processo Pós-vendas

São estratégias montadas na pós-venda para criar a fidelização do cliente. Podem ser criadas através da satisfação do consumidor, do descarte do produto, dos mercados alternativos, de friend sell, etc.

Ao definir todas as etapas deste processo de compra, você irá conseguir modelar seu site de acordo com o seu público, no momento de compra específico em que ele se encontra.

Além destas orientações sobre o seu público, damos ainda algumas dicas sobre O QUE NÃO FAZER em seu site. Há algumas ações que, caso você as adote, podem acabar prejudicando ao invés de ajudar na obtenção de bons resultados comerciais.

Como o seu Site Pode Acabar Indo Contra o seu Público

  • Um site de produtos direcionados para pessoas de terceira idade, que utiliza fontes pequenas, cores fortes e uma grande quantidade de botões, vídeos, imagens, etc.
  • Uma empresa com produtos focados num público com menor poder aquisitivo, feito com um layout muito sofisticado. O contrário também é muito prejudicial, ou seja: um site direcionado a públicos de classe A, com design extremamente simples e que não transparece a proposta de valor da marca.
  • Sites que oferecem serviços, mas não possuem os cases de sucesso, imagens de trabalhos realizados, da equipe, etc.

2) Aplique Técnicas de SEO

O SEO é o conjunto de estratégias e diretrizes implementadas em seu site para que ele suba de posições no rankeamento dos mecanismos de busca, como o Google, o Bing e o Yahoo.

Os mecanismos de busca são a principal porta de entrada na web para o seu negócio. Isto é, se você estiver bem posicionado neles, seu site contará com uma quantidade significativa de visitantes.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - SEO

Esta parte necessita de uma análise mais técnica, mas existem algumas frentes com as quais você já pode ir trabalhando para obter melhores resultados. São elas:

Pesquisa de Palavra-chave

Ao fazer um estudo de palavras-chave relacionadas ao seu negócio, você consegue identificar, entre outras informações, termos que possuem menos concorrência, por exemplo.

Com estas palavras-chave, você poderá obter um resultado mais rápido e com menos esforço. Você pode conferir as palavras-chave através de ferramentas como o Google Adwords ou o SEMrush.

Conteúdo Relevante e Único

criação de conteúdo é um dos pontos principais para se atrair, de forma mais natural, usuários que realmente estão interessados no seu negócio. Os textos não precisam ser somente sobre a sua empresa, mas sim sobre o seu segmento de mercado.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Conteúdo

Link Building

Os mecanismos de buscam enxergam o link building ou backlink como uma boa prática, e assim beneficiam a sua posição nos resultados de busca. O link building é a troca de links entre sites.

Se você tem, por exemplo, um site que vende cursos de redação, pode citar em seu conteúdo um curso de outra escola parceira, direcionando o seu público a este site através de seu link.

Para que o backlink seja bem feito, o contrário também deve acontecer, ou seja, os sites, de preferência, relacionados ao seu negócio devem também criar links em conteúdos apontando para a sua URL.

Estas são apenas algumas das inúmeras técnicas para se fazer o SEO. Caso você queira utilizar a estratégia em seu site, o ideal é que você se aprofunde mais no assunto ou fale com uma empresa especializada em SEO.

3) Realize a Conversão

A conversão vem logo após o SEO. Não adianta nada atrair muitos visitantes ao seu site se eles não efetuam a compra ou, no mínimo, deixam seus contatos para uma abordagem futura. Fazer um site focado em conversão é uma arte. Você tem que conseguir “ler” muito bem os sinais de seus usuários e entender como funciona a mente dos clientes.

Aqui, muita coisa pode ser feita através de testes A/B. Vamos ver algumas dicas mais simples, que você pode começar a implementar agora em seu site:

Cores dos Botões

Por incrível que pareça, o simples ato de trocar a cor do botão, muitas vezes, já influencia no aumento da taxa de conversão. A cor em si não importa muito; o mais importante é o contraste com o resto do seu site.

Por exemplo, o botão de compra, que é o mais importante precisa ser de uma cor que não tenha sido utilizada em nenhum outro lugar do site. Isto faz com que ele ganhe destaque.

Há cases em que apenas alterar a cor do botão resultou em um aumento de quase 20% na taxa de conversão da página.

Texto dos Botões

Aqui está outro ponto importante, e que pode gerar resultados positivos sem muito esforço!

Utilizar simples estratégias temporais de senso de urgência, como colocar na descrição da conversão a frase “Comece a Implementar Agora”, ou fazer chamadas na primeira pessoa, como “Quero Testar” ou “Quero Comprar”, já podem melhorar seu resultado de conversão. Esta é a conhecida técnica de Call to Action.

Saiba mais sobre o que é CTA.

É importante, ao fazer estas alterações, comparar os dados de antes e de depois. Geralmente, são necessárias algumas tentativas em vão, até que se consiga chegar em um resultado efetivamente positivo.

4) Melhore a Usabilidade do Seu Site

A usabilidade do seu site é extremamente importante para que você possa vender mais pela internet. Uma página de internet tem que ser fácil de se mexer, com as etapas muito bem delimitadas e expostas que indiquem facilmente o caminho que o usuário deve seguir.

Sites complexos, que colocam à disposição muitas opções para o usuário, e que o deixam na dúvida, simplesmente não vendem. Estudos mostram também que, se um site demora mais do que 3 segundos para carregar, a taxa de usuários que o abandonam é gigante.

Por isto, temos que tornar o processo de compras o mais simples e prazeroso possível, e não complexo e estressante.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Usabilidade

5) Faça Garantias

Apesar do grande crescimento do e-commerce e do fortalecimento do comércio virtual, muita gente ainda tem receio de fazer compras pela internet. Portanto, para aumentar a sua taxa de vendas, ofereça garantias do seu produto.

Assim, você estimula seus visitantes a confiarem em suas ofertas. E o melhor: você demonstra confiança no seu produto ou serviço, o que, em um meio tão concorrido como a internet, pode ser um diferencial e tanto! Você pode fazer isso de algumas maneiras, veja:

  • Você trabalha com preços? Aumente a agressividade de sua campanha e dê garantias de preço, cobrindo as ofertas dos concorrentes.
  • Seu produto é extremamente útil e as pessoas que o utilizam por alguns dias não conseguem mais viver sem? Ofereça, como garantia, alguns dias de experimentação grátis.
  • Seu serviço possui qualidade acima da média e a taxa de satisfação é altíssima? Dê a garantia do serviço. Se, no período de 30 dias, o usuário não gostar, você devolve o dinheiro.

6) Aumente as Vendas pelo Mobile

Neste ano de 2017, vivemos um “boom” de acessos à web através do celular. Hoje, não basta ter um site responsivo… é necessário fazer um site específico para otimizar a usabilidade no mobile.

No mundo, temos uma quantidade de acessos superior a 50% em browser. Mas, se focarmos somente em acessos através das redes sociais em dispositivos móveis, por exemplo, os números já chegam aos 75%.

Portanto, vale apena fazer uma análise detalhada do seu site utilizando o celular e simulando o processo de compras. Assim, você poderá identificar gargalos por onde seus usuários podem estar escapando.

Como Fazer Meu Site Vender Mais - Mobile

7) Dedique-se ao CRM (Customer Relationship Management)

O CRM é uma ferramenta poderosa, que reúne todos os dados de seus clientes, dando informações valiosas sobre os seus hábitos de compra.

Ok, mas como fazer meu site vender mais através deste recurso?

  • Você pode criar campanhas segmentadas para cada público, aumentando muito sua assertividade.
  • Pode também conhecer a região demográfica em que seu público está, para poder modelar suas ofertas.
  • Pode identificar padrões de compra para destacar um produto ou outro, e fazer ofertas combinadas.

8) Faça a Análise de Dados

Por fim, chegamos a um dos grandes trunfos do marketing digital, que é a análise dos dados!

Realize constantemente o levantamento de dados, avaliando o que está dando certo ou não, bem como o número de visitantes, a taxa de abandono de carrinho, as páginas mais visitadas, entre outros. Com isto, você irá conseguir constatar, em TEMPO REAL, tudo o que está acontecendo no seu site.

Assim, você terá melhores condições de tomar decisões mais acertadas e de forma proativa. É só “ler os sinais” que o mercado está de dando, antecipando ameaças e identificando oportunidades.

Conclusão

Para conseguir responder, de forma satisfatória, à pergunta “como fazer meu site vender mais” é necessário realizar um processo constante de trabalho e análises, que exige dedicação e esforço. Mas, como vimos, a internet oferece um mar de possibilidades, que compensa tal dedicação. Muitas vezes, os administradores de uma empresa perdem o foco frente a inúmeras ações que trazem baixos resultados. E é exatamente nesta hora que é preciso enxergar mais longe!

É importante ressaltar que nenhuma destas técnicas isoladas irá transformar o seu site da noite para o dia, mas sim o conjunto delas. Os resultados somados é que irão possibilitar o sucesso que você sempre quis. Quer vender mais pela internet?

Como Iniciar uma Estratégia de Marketing Digital

Uma das vertentes deste tipo de estratégia é o Marketing Digital. Hoje, ele representa uma das mais importantes formas de promoção de marcas, serviços e produtos através das ferramentas disponíveis na internet.

Mas, você sabe o que é marketing digital?

Conceito de Marketing Digital

Marketing digital é o conjunto de ações e estratégias no ambiente online, que convergem em um objetivo mercadológico pré-estabelecido. Seus principais diferenciais, em detrimento ao marketing tradicional, são a facilidade de mensurar os resultados e a escalabilidade. Isto faz com que esta estratégia seja bem mais flexível e barata do que o marketing tradicional.

A partir dos anos 1990, com a liberação da internet para o uso comercial, o marketing online vem crescendo substancialmente. Assim como a publicidade tradicional, ela é uma estratégia de alta importância. As suas principais funções são promover e lançar produtos, serviços e conceitos, bem como consolidar marcas ou empresas.

Atuar através da internet para alcançar seus objetivos de marketing é o que chamamos de ter presença digital.

Presença Digital

Com a crescente utilização da internet, possuir presença digital é algo fundamental nos dias atuais. Estar presente digitalmente é garantir que seus serviços, produtos e marca estejam disponíveis para seus clientes ou potenciais clientes durante 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Só para se ter uma ideia da amplitude disto, uma pesquisa realizada em 2015 demonstrou que 58% da população brasileira acessa à internet. Uma outra pesquisa realizada pelo Google, também em 2015, constatou que 74% dos usuários brasileiros pesquisam produtos na internet através de seus smartphones.

Maneiras de se Fazer Marketing Digital

Hoje, há empresas especializadas em possibilitar que sua empresa tenha relevância na web. Elas são conhecidas como agências de marketing digital. Estas empresas atuam no desenvolvimento de estratégias para que você possa manter a sua presença digital e alcançar o seu público alvo através da internet.

Conheça agora as principais formas que as agências de marketing digital utilizam para fazer publicidade online.

Criação de Web Sites

Para fazer um bom plano de marketing digital, o primeiro passo é a criação de um site. Ele pode ser a porta de entrada para seus clientes em potencial.

Um bom site deve transmitir credibilidade, ser moderno e de fácil navegação. Além disto, ele deve possuir conteúdo de qualidade para atender às necessidades de informação do usuário que está interessado em sua empresa e nos serviços ou produtos que você oferece.

O seu site também deve ser responsivo, ou seja, se adaptar a qualquer tamanho de tela, para que a navegação não seja prejudicada. Criar um site responsivo é fundamental hoje em dia, se pensarmos que atualmente 89% dos usuários de internet utilizam seus smartphones para navegar na web.

Otimização de Sites (SEO)

Para se criar um bom site, além das características já citadas, ele deve estar visível aos usuários nos mecanismos de busca.

Para você entender melhor do que se trata, imagine a seguinte situação…

Quando um cliente não conhece uma empresa específica, ele faz uma pesquisa nos buscadores (Google, Bing, Yahoo, etc.) para atender ao que ele deseja. Esta busca é feita através de palavras-chaves, ou seja, termos aos quais ele acredita que o seu objetivo esteja relacionado.

Se ele quer, por exemplo, encontrar uma empresa que faça o site dele, mas não sabe qual empresa contratar, ele pesquisa pelo termo “criação de sites” no buscador. Entre as opções que surgem como resultado, ele escolhe uma ou algumas para clicar e conhecer mais sobre a empresa.

A grande questão aqui é: geralmente as pessoas só clicam nas primeiras opções que aparecem nos resultados. Portanto, para que seu site apareça nas primeiras posições e tenha maiores chances de ser clicado, é necessário que seja realizado o SEO (Search Engine Optimization). SEO é o trabalho de otimização do seu site, que tem como finalidade fazer com que ele seja melhor ranqueado pelos mecanismos de busca e conquiste as primeiras posições.

Lojas Virtuais

As compras online vêm crescendo ano após ano. Em 2016, este tipo de transação cresceu 11% e tem previsão de alta para 2017. Ter uma loja virtual é a possibilidade de ter sua empresa sempre aberta, para que o seu cliente possa visitá-la de onde ele estiver. Isto pode ser fundamental para o sucesso do seu negócio.

Redes Sociais

O crescimento das redes sociais tem se tornado assustador. Com isto, o investimento em marketing digital realizado através delas também cresceu na mesma proporção.

Em 2016, 32,5% do investimento em publicidade online foi destinado às redes sociais e banners. Este crescimento aconteceu, principalmente, devido à possibilidade da criação de anúncios segmentados. Isto resultou na otimização dos gastos com marketing digital e melhorou os resultados mercadológicos.

Conclusão

Como vimos, estar presente na web é algo imprescindível nos dias atuais. Quem não é visto na internet, não tem tanta credibilidade. Além disto, acaba ficando para traz em questão de alcance de público perante a concorrência já disponível online.

E se você quer conhecer mais sobre marketing digital e outros recursos de marketing, conte com a Cia Web Sites. Aqui, você tem a melhor equipe para fazer o planejamento e a execução da sua estratégia de marketing digital. A Cia Web Sites leva você e sua empresa ao mundo online.

Design UX Vs Design UI

Design UX Vs Design UI

Design UX Vs Design UI, Cs Consumidores cada vez mais exigentes, avanços constantes na tecnologia dos sistemas e produtos, além da busca por novidades, fez com que os fabricantes pensassem em maneiras inovadoras de agradar ainda mais o público. Um site por exemplo, quanto mais rápido e prático, melhor para o usuário. E para deixar tudo isso alinhado é que entra o papel do design UX e do design UI

Mas então, o que é design UI?

Design UI (User Interface), na tradução “interface do usuário” nada mais é do que a parte visual de um projeto, onde o usuário poderá navegar e perceber todos os detalhes do trabalho. Se um designer UI projetasse sapatos, ele cuidaria da aparência, dos acessórios, da cor… esse projeto do sapato seria equivalente ao tão famoso “projeto de interface”. Então, a função de um UI designer é cuidar das cores, detalhes e todas as partes visuais de um site, por exemplo.

Ok, e o que é design UX?

UX (User Experience Design) visa oferecer assim como o próprio nome explica, a melhor experiência possível ao usuário. E o que seria isso? Voltando ao exemplo do sapato, vamos pensar: do que adianta esse sapato ser lindo se quando o usuário/cliente calçar ele no pé, sentir uma sensação de desconforto? O trabalho do design UX é justamente evitar que esse tipo de experiência aconteça, pois a função dele é proporcionar a melhor experiência que o usuário possa ter, por isso o UX está ligado aos sentimentos e sensações que o usuário tem ao utilizar um determinado produto.

O designer UX estuda sobre as necessidades reais do usuário, a fim de elaborar um bom projeto.

Quer dizer que o design UI e o design UX se integram? Um faz parte do outro?

Para o projeto ser completo, sim, é necessário o trabalho do design UI e do design UX, já que um garante a facilidade de uso, utilidade e beleza e o outro garante a eficiência agregada a sentimentos positivos que compõe a excelência de um projeto. No entanto, no livro “A Project Guide to UX Design” o autor Unger afirma que o UX agrupa as áreas do UI pois, basicamente, sem elas, não existe a experiência do usuário.  O que obriga um profissional de design UX ter conhecimento sobre UI, sendo que um profissional de UI não precisa ter necessariamente o conhecimento sobre UX.

Dicas para um WebDesign minimalista (e usável)

As tendências para webdesign indicam que o design minimalista é uma boa pedida. Estas “tendências minimalistas”, na verdade, insinuam que o conteúdo dos sites, por ser o mais importante, deve ter ênfase e destaque, e o layout, design e elementos visuais, devem contribuir para que os que os acessem tenham uma navegação ótima, encontrando aquilo que querem e/ou precisam rapidamente, da maneira que suas visita, suas experiências, sejam as melhores possíveis.

Pessoalmente, acredito ser esta uma excelente abordagem a se adotar ao pensar em e construir um design para web. Penso que o desenvolvedor web, neste caso, só tem a ganhar “seguindo” esta tendência atual. Para tanto, conhecer algumas técnicas de desenvolvimento é de extrema importância. Técnicas essas que o capacitarão a estruturar o bom design minimalista. E a usabilidade agradece.

Ocupe de 60% a 80% da página com conteúdos (relevantes)

“O conteúdo é o rei”. Esta célebre frase – que, de tão repetida, já não se sabe mais quem a disse originalmente – é um dos pilares para se compreender e praticar a feitura de um design web minimalista. Para o “rei” devem ser feitas todas as “honrarias”; em outras palavras, os esforços do desenvolvedor web devem focar o conteúdo do web site, servindo os elementos o layout e elementos visuais como auxiliadores da consecução deste objetivo.

Não raramente é possível encontrar sites e blogs com um design lindíssimo que não tem um conteúdo digno desta beleza toda. Nestes casos, há muito capricho e dedicação em conseguir uma bela estética e o “rei” é deixado de lado: o conteúdo não é relevante e, em alguns casos, é totalmente confuso e desconexo.

Ocupar de 60% a 80% das páginas de seu site ou blog com conteúdos – conteúdos relevantes e de qualidade, quero dizer – é um enorme passo em direção ao objetivo de conseguir um bom webdesign minimalista. E por “conteúdos relevantes e de qualidade” menciono aqueles conteúdos que realmente sirvam para seu visitante; conteúdos que sejam realmente condizentes com o tema e função de seu site/blog e que recompensem o visitante por ter dedicado um pouco de seu tempo a fazer uma visita.

Apresente as informações mais importantes primeiro

Apresentar as informações mais importantes (mais relevantes) primeiro pode parecer algo óbvio, mas, na realidade, muitíssimos desenvolvedores não sabem e/ou não seguem este básico princípio.

Uma boa arquitetura da informação, aliada a um bom estudo sobre a usabilidade, sugere que apresentar os conteúdos mais importantes primeiro é indispensável para que a experiência dos visitantes seja melhor. Nada mais desagradável que ficar procurando por algo que já deveria estar lá. Pior ainda é quando, mesmo depois da procura, não se encontra nada…

Então, reforçando mais uma vez os esforços para se fazer um webdesign minimalista, é importante apresentar os conteúdos mais relevantes, aqueles conteúdos que são mais úteis e que os visitantes mais procuram, logo “de cara”.

Se algo não é relevante, simplesmente não precisa estar lá

Esta preciosa dica, se seguida, certamente aumentará o nível de qualidade e objetividade de seu site ou blog. Pense bem: se algo não é relevante ou necessário para a situação, então por que está lá?

Se o usuário já está logado, então não é mais preciso que seja mostrado o formulário de autenticação. Se determinadas opções do menu não podem ser acessadas naquela hora, então não é preciso que estejam lá.

Estes são exemplos simples de poluição visual desnecessária. Existem muitos mais casos que, seja por falta de conhecimentos ou outro motivo, muito desenvolvedores insistem em cometer.

Se algo não é relevante, simplesmente não precisa estar lá!

O background não é mais importante que a informação

É comum encontrar web sites e blogs que, na busca por uma diferenciação e inovação, acabam utilizando backgrounds, ou planos de fundo, muito extravagantes, que mais atrapalham que ajudam.

Imagens de fundo devem servir para:

  • Contribuir para a experiência dos visitantes, direcionando seu olhar para o conteúdo;
  • Servir como elemento visual que serve de “agrado” ao visitante, suavizando a “carga sensorial” e aparecendo como algo bonito de se ver;
  • Causar sensações planejadas e direcionadas nos visitantes, contribuindo, dessa forma, para a estratégia de divulgação geral e servindo como auxílio de melhoramento de sua experiência na visitação;

Mas o que muito se vê pela web são planos de fundo confusos e esteticamente desagradáveis; texturas fortes, que atrapalham a leitura e cansam mais rapidamente a visão; em geral, elementos que diminuem o tempo de permanência e que minam a boa sensação de fazer uma visita àquele web site.

Tendo cuidado com o uso de planos de fundo esdrúxulos e que mais atrapalham que auxiliam, o desenvolvedor web deve se valer do bom senso e estudos de design antes de optar, impensadamente, por usar uma imagem ou textura como background.

Faça um bom contraste entre plano de fundo e texto

Reforçando o tópico anterior, para um design de web minimamente usável, o ato de ler daqueles que são visitantes devem ser natural e agradável. E este objetivo não pode ser alcançado se o visitante faz esforços desnecessários para ler seu conteúdo, que está sendo ofuscado por um background mal planejado!

Repetindo: um plano de fundo não deve ser posto ao caso; muito antes pelo contrário, deve somente ser usado quando se tem absoluta certeza de que, se figurar como elemento visual do site, mais contribuirá que atrapalhará.

Fazer um bom contraste entre plano de fundo e texto usado é também uma regra básica de design que, infelizmente, é amplamente negligenciada. Conseguir um bom contraste entre estes elementos constitutivos da página é fácil: basta ser simples!

Os livros que lemos têm suas páginas com texturas fortes e pesadas, da mesma cor que o texto ou é simplesmente papel branco com tinta preta impressa? Os jornais se valem de background extravagantes para apresentar suas notícias ou é simplesmente “papel puro” e tinta?

Simplicidade é chave!

Não que não se deva nunca usar um plano de fundo nas páginas dos sites e blogs (tanto que existem muitos que se valem deste recurso muito bem); mas, se o fizer, deve-se, além de usar o bom-senso e discernimento lógico, ter em mente dicas como:

  • Não utilize a cor do plano de fundo próxima a cor do texto. Isso dificulta a leitura, cansa mais rapidamente o leitor e, em casos extremos, torna impraticável a leitura dos conteúdos;
  • Se for usar texturas, que sejam suaves. Texturas como plano de fundo, como explicado, devem ser usadas com bastante cautela. Se é para usar alguma, que seja suave e agradável; que auxilie a experiência positiva que o visitante tem ao acessar as páginas;
  • Backgrounds múltiplos pode ser uma boa solução. Múltiplos planos de fundo podem ser eficientes em diversos casos. Usar um plano de fundo “geral” escuro, com um plano de fundo “secundário”, mais claro, no lugar onde está o texto, é uma boa técnica para “controlar” o direcionamento do foco de visão.
  • Backgrounds animados não existem. Isso é um mantra, entendeu? Repita: backgrounds animados não existem!

A principal dica para fazer um bom contraste entre planos de fundo e texto é se valer do bom e velho fundo branco com texto escuro. Como mencionado, veja como são livros, jornais e revistas – a comparação com a mídia eletrônica, neste caso, é perfeitamente válida.

Não é obrigatório que o texto seja, necessariamente, preto; o que vale é o bom contraste, que possibilite uma boa leitura e dê ensejo a um bom design, que seja facilmente usável e sensorialmente útil. Fazer um bom contraste entre plano de frente e plano de fundo é, também, uma regra de acessibilidade.

Existe um software sobre análise de contraste entre cores do primeiro e segundo planos. Dê uma olhada no artigo do Maujor sobre o Analisador de Constraste de Cores.

E essas dicas de minimalismo e usabilidade funcionam mesmo?

Se estas dicas para um webdesign minimalista e usável forem estudadas e aplicadas de forma correta, forem sabiamente usadas e postas em prática nos momentos adequados, certamente que você conseguirá um projeto com mais qualidade e um resultado final satisfatório!

Alertando que esta são apenas algumas dicas. Estudos contínuos e atualizações constantes na área de usabilidade e obtenção de conhecimentos atuais no campos de design certamente farão com que seu trabalho seja muito melhor e que você desenvolva um senso de criação de sites mais crítico e acurado.

Novamente o convido a observar o mundo à sua volta e fazer suas próprias constatações. Veja em publicações impressas e em mídias virtuais de qualidade, como o assunto da usabilidade e minimalismo é tratado na prática. Veja como são construídos bons webdesigns e o que sugerem os bons desenvolvedores.

Na verdade, fazer sites e blogs minimalistas e usáveis não é complicado. As pessoas é que complicam!

Estratégia na web

Empresas de todos os portes estão investindo pesado em mídia social sem se esforçar igualmente para forjar uma base sólida, construída sobre uma experiência do usuário amigável (usabilidade) e conteúdo de qualidade para terem uma estratégia na web equilibrada.

Para entregar um site que oferece aos usuários a experiência que eles estão procurando, é preciso que este seja definido sobre uma base sólida de conteúdos, navegação eficiente e boas práticas de SEO. Com isto em mente, vamos ao que Jason Schubring chama de “A Estratégia Web de Pirâmide”.

Este é um artigo traduzido do original “The Web Strategy Pyramid: A Well-balanced Web Strategy“, do blog Six Revisions, e sofreu algumas adaptações.

Conteúdo

“O conteúdo é rei” é um cliché, mas é assim por uma razão: é verdade. Um site pode ter os melhores anúncios, milhares de seguidores do Twitter  e um web design espetacular, mas nenhuma destes mantém usuários, a não ser que se tenha o conteúdo que eles estão procurando. Um conteúdo fantástico é o combustível que impulsiona todos os outros esforços. Afinal, por que alguém iria fazer um tweet sobre o seu site ou adicionar em alguma rede social se não há nada que vale a pena compartilhar?

A melhor maneira para ter um bom começo (e se manter com níveis positivos de crescimento e retorno) é através do conteúdo. Se ele é único, cativante, interessante e direcionado ao público-alvo, então uma base sólida está construída.

Alguns pontos a considerar são:

  • O conteúdo do site é baseado em termos que os usuários entendem ou há o uso de jargões?
  • O conteúdo é intencionalmente escrito para a web ou é reaproveitado a partir de material offline?
  • Se você é um blogueiro, seu conteúdo tem uma perspectiva e ponto de vista únicos, dignos de discussão e retweets?

Conteúdo para web é um assunto complexo, repleto de nuances, detalhes e pormenores. Essas são somente perguntas-base. Estude mais!

Usabilidade / Design

Se os visitantes não conseguem encontrar o que procuram, não importa que você tenha enchido o site com um conteúdo fantástico. Navegação complexa, má utilização de espaços em branco, gráficos ou animações que distraem e uma grande variedade de outros tropeços de UX podem acabar com a possibilidade de transformar uma visita em venda ou um seguidor em um grande fã!

Não há muito tempo, realizar um teste de usabilidade em um site ou aplicativo complexo podia custar milhares de “dinheiros” (dólares, euros, reais ou o que for). Atualmente existem muitos recursos grátis de usabilidade para recolher feedback dos usuários.

Também é possível discutir questões simples com colegas de trabalho e outras pessoas através de wireframes ou algum outro tipo de “rascunho”. As tarefas mais comuns são realizadas com facilidade? A navegação é facilmente compreendida? Essa e outras questões fundamentais são de vital importância: fazer testes “básicos” é melhor que fazer teste nenhum!

SEO

Alguns podem estar surpresos com o fato de que SEO não é um dos itens na base da pirâmide. “Se não é possível encontrar quem se importa?”. Nesse ponto, cabe uma explicação: se o seu conteúdo está bem escrito e focado nas necessidades dos visitantes, então já estão sendo feitos grandes progressos no caminho para um SEO eficaz!

Demasiadas vezes as pessoas tentam encontrar o “segredo” para uma boa classificação nos mecanismos de busca, mas nunca têm tempo para avaliar o conteúdo em seu site. Um dos verdadeiros segredos de SEO está em construir uma base sólida de conteúdos relevantes. Novamente, aqui estão alguns pontos a considerar:

  • Há no conteúdo as palavras-chave que seus usuários estão procurando?
  • Seus títulos (tags h1, h2, h3 etc) incluem palavras-chave?
  • O título das páginas conteêm palavras-chave e informam o tema do conteúdo?

De novo, estas são apenas algumas questões básicas. Mais informações podem ser encontradas no artigo “As melhores práticas de SEO para seu site ou blog melhorar o posicionamento nos mecanismos de busca” e na categoria SEO.

Mídia Social

Para o prosseguimento da leitura, assume-se que você tenha tido, pelo menos, um contato superficial de sites como o Facebook, Twitter e MySpace e, provavelmente/de preferência, tenha alguma experiência usando ferramentas para otimizar as atividades de mídia social (Radian6, ScoutLabs, HootSuite, etc).

Com este pressuposto em mente, o ponto mais importante é: tenha uma estratégia de longo prazo para mídias sociais!

Não são raras as empresas e/ou pessoas que iniciam participação em redes sociais sem ter um público-alvo, um propósito claro e objetivos bem definidos.Você tem uma estratégia bem definida para mídias sociais? Aqui estão alguns itens para ajudá-lo a determinar se esse é o caso:

  • Se você está num ambiente corporativo e alguém é designado para trabalhar em social media, esse será um trabalho focado, próprio ou é algo que só será feito quando houver tempo livre?
  • Sua empresa usa uma agência de publicidade para mídias sociais? Usar esse tipos de empresas normalmente é grande para o lançamento inicial e campanhas em curso, mas o que acontece em dois anos? E em quatro anos?
  • Quem responde às preocupações dos seus clientes no Twitter, Facebook e fóruns? Será que a escolha resiste ao teste do tempo e as expectativas dos clientes? Mais importante ainda: é rentável?

Pay-per-click (PPC)

Agora que uma estratégia de web está feita baseada em um grande conteúdo, uma interface amigável com uma excelente usabilidade, SEO e social media, é o momento do PPC.

Dependendo das necessidades de negócios, PPC pode desempenhar um papel bastante importante. Na maioria dos casos típicos, no entanto, você estará melhor servido por cuidar de todos os outros itens essenciais antes de usar o PPC. Olhe dessa maneira: por que gastar dinheiro para atrair visitantes para um site que não está bem posicionado para fazer o máximo de cada uma dessas visitas?

Considerações finais

Será que essa “Estratégia Web de Pirâmide” está, potencialmente, baseada em necessidades específicas de web e para seu negócio? Certamente que sim.

Se você é uma pequena ou média empresa e venda um produto para um pequeno nicho de mercado, SEO e PPC podem ser mais importantes; se você é um blogueiro, a mídia social é uma parte vital para sua atuação. O ponto central permanece o mesmo, independentemente de seus objetivos: cuide do básico e só siga adiante quando o básico estiver aceitável.

Estrutura de Conteúdo para Websites

Estrutura conteúdo para websites(conteúdo voltado para pessoas, e não para bots de busca) pode ser representada por um pirâmide, sendo esta dividida; cada parte representaria um aspecto importante da estrutura lógica dos sites.

Pirâmide de conteúdo: estrutura lógica de web sites (na perspectiva das pessoas / visitantes).

O próprio Thies dá explicações a respeito de cada divisão; com minhas próprias palavras (decorrentes de como interpretei a explicação), ficaria algo mais ou menos assim:

Página inicial

De acordo com Dan Thies, a página inicial é onde a maioria dos visitantes entram (ou conhecem) na maioria dos web sites e, embora possa ser feito um trabalho (SEO) para que outras páginas tenham um bom posicionamento, com o intuito de as pessoas entrarem no site através delas (o que acontece, efetivamente), a página inicial é visitada por mais pessoas e mais freqüentemente que qualquer outra página dos sites.

A “regra de ouro” é que se as pessoas conseguirem encontrar o que elas procuram (naquele site) a partir da home page, então o desenvolvedor optou pelo caminho certo; do contrário, há bastante trabalho a ser feito.

Segundo minha própria experiência na área (e o comentário do colega Alexis corrobora isso), parece que a afirmativa de que a página inicial é mais visitada e mais frequentemente que outras páginas do site já foi correta, atualmente valendo somente para determinados tipos de sites, como portais de notícias, por exemplo.

Categorias

A segunda “parte” é referente às categorias (“roadmap pages”, como Thies chama). Esta divisão da pirâmide é relativa à estrutura de páginas (ou hierarquia de diretórios), mais especificamente à maneira como esta estrutura está organizada e, a partir desta organização, o qual fácil é para quem está no web site encontrar a informação que deseja ou realizar uma tarefa que é necessária.

Há um mito na área de usabilidade na web que apregoa: “Qualquer informação no site deve estar a, no máximo, 3 cliques”. Na verdade, não é bem assim. Como cita Dan Thies (e Jacob Nielsen, também, em seu livro “Projetando Websites com Usabilidade”), as pessoas não se importam tanto com a quantidade de cliques que têm que dar, desde que o “trajeto” seja simples e que, a cada clique dado, a proximidade do objetivo almejado seja maior.

Com esta preciosa informação em mente, é possível pensar melhor na arquitetura da informação do web site e como ela pode facilitar (ou não…) a experiência do usuário.

Por “curiosidade”, na perspectiva de SEO, a segunda parte da pirâmide é formada por qualquer página do site que consiga fazer link com a página inicial.

Conteúdo

As “Destination pages” (literalmente como consta no livro para designar o conteúdo, propriamente dito), em um site típico, são as mais importantes, na perspectiva das informações e processos de web sites. O esquema de navegação de um “visitante comum” costuma ser o seguinte:

Esquema de navegação de pessoam que visitam web sites.

Exemplificando com um site de e-commerce, as “roadmap pages” seriam as categorias de produtos (eletrodomésticos, livros, CDs, etc) e as “destination pages” seriam as descrições de cada produto dentro de uma dessas categorias. Em uma perspectiva de otimização para mecanismos de busca, as “destination pages” seriam quaisquer páginas que ficam a 2 cliques da página inicial.

Novamente, isso deve ser interpretado à época da escrita do livro. Até mesmo por feeling é possível observar que essa suposta  estrutura navegacional não é seguida à risca pelo “usuário”, sendo o comportamento (“hábito”?) de procurar algo em buscadores e acessar página específica, diretamente, bem mais evidente.

Conteúdo profundo

Na maioria dos web sites, ter até três níveis de conteúdo (destination pages) é o suficiente: é possível ter milhares de páginas utilizando este profundidade.

A partir deste “limite”, é preciso fazer um trabalho um pouco mais elaborado (quer dizer, diferenciado) de SEO para uma adequada indexação de páginas que ultrapassam o terceiro nível do site. Então, segundo o que Dan Thies dá a entender, somente em casos em que realmente é preciso que devemos fazer um site com uma estrutura mais aprofundada que 3 níveis (que são mais que o suficiente).

Algo que, levando em consideração a Pirâmide de Conteúdo, faz bastante sentido; mas, devemos lembrar, este é um estudo e opinião de Thies e, não necessariamente, é uma constante para todo e qualquer tipo de site. É importante ter isso em mente.

Conclusão sobre a “Pirâmide de Conteúdo para Pessoas”

Ainda não terminei de ler o livro de Dan Thies; de qualquer maneira, digo que, até o momento, li coisas sobre SEO interessantíssimas, que jamais havia lido sobre o assunto.

Esta “pirâmide de conteúdo”, que representa a estrutura lógica de web sites para pessoas, realmente faz algum sentido. Somando a experiência do autor na área (anos de atuação) com as palavras e a lógica que ele se utilizou no livro, muito provavelmente esta analogia da pirâmide é correta.

Entretanto, como resguardado em vários momentos do artigo, estes são estudos e conclusões a que Thies chegou e compartilhou à época da publicação do livro. Para a atualidade, muitas dessas “regras” não se aplicam a todos os tipos de sites e/ou podem ser relativizadas, servindo a “Pirâmide de Thies” para pautar estudos e formular teorias de desenvolvimento, nunca como paradigma absoluto que deve ser cegamente seguida.

URL’s amigáveis é WordPress

O desenvolvimento web em WordPress é excelente! O CMS já vem com diversas funções e funcionalidades para facilitar a vida de desenvolvedores e, até mesmo, de pessoas que não tem o mínimo conhecimento em programação (um dos objetivos é esse, mesmo).

Mas muitos desenvolvedores, principalmente os ainda incipientes, esquecem que o WordPress nada mais é do que PHP! Claro, o WP é nada mais, nada menos, que um sistema feito em PHP, como você e eu poderíamos ter feito. Mas, por motivos que me fogem ao conhecimento, as pessoas esquecem isso… Talvez o nível de abstração em programação que o CMS proporcione seja o “culpado”, mas, sinceramente, não tenho certeza.

Então, se você tiver a curiosidade de vasculhar os arquivos PHP que fazem do WordPress o que ele é, vai ter uma grata surpresa e encontrar uma rica fonte de scripts, funções e funcionalidades que você sempre quis implementar e não sabia como!

URLs amigáves à WordPress

Por exemplo, muitos querem implementar uma estrutura de URLs amigáves (gerar os famosos “slugs”) em sistemas desenvolvidos do zero  – seja através de frameworks ou em PHPU (“PHP Unha”) -, mas não sabem como. Ora, se sabemos que o WordPress possui um ótimo sistema de geração de slugs e temos acesso a seu código-fonte, tudo o que é preciso é vasculhar o código-fonte e encontrar as funções certas.

Seguindo o exemplo de gerar slugs, procurando um pouco, é possível saber que as funções necessárias se encontram em /wp-includes/formatting.php. E, como era de se esperar, as funções estão devidamente documentadas com seu escopo, parâmetros e retorno. Precisa de mais?

Para gerar URLs amigáveis à WordPress, são necessárias 4 funções. 3 “preliminares” que são:

E, com essas funções devidamente estabelecidas, a função que gera os slugs, propriamente dita:

Então, para gerar um slug em seu próprio sistema depois de implementar as funções mostradas, basta escrever:

Achou o nome da função grande ou feio? Você tem o código, altere como bem entender!

Considerações finais

O WordPress é software livre (registrado sob a licença GPL), então você pode pegar essas 4 funções e implementar em seu site/sistema/softwares sem o medo de receber uma cartinha do advogado da equipe WordPress amanhã ou depois.

Fica uma pergunta: você tem um software livre à disposição e fica quebrando a cabeça em busca de soluções de código que já existem e estão implementadas nele? Vasculhe todo o código fonte (veja alguns recursos que ajudam no artigo sobre ferramentas e recursos para desenvolvimento web) e procure por aquilo que vai lhe ser útil!

Comandos SQL para WordPress

Para quem faz uso um pouco mais avançado do WordPress, especialmente quem trabalha desenvolvendo sites com a plataforma, é bem comum aparecerem situações um tanto complexas. Para estas questões, seguem 13 fantásticos comandos SQL para WordPress!

Este é um artigo traduzido do original “13 Useful WordPress SQL Queries You Wish You Knew Earlier“, do blog Onextrapixel, e sofreu algumas adaptações.

Uma maneira prática de executar comandos SQL é através do phpMyAdmin. Até a hospedagem mais básica dá acesso à ferramenta de banco de dados, então não há dificuldades nisso. Uma vez no sistema, você deve selecionar aba “SQL” e escrever/colar a instrução SQL que deseja executar.

13 fantásticos comandos SQL para WordPress: aba SQL do phpMyAdmin

Os comandos SQL para WordPress a seguir são para o prefixo padrão do WordPress “wp_”. Caso o prefixo de suas tabelas seja diferente (o que é recomendado, por questões de segurança), faça os devidos complementos necessários às queries.

Alterar siteurl e homeurl

WordPress armazena o caminho absoluto da URL do site (“siteurl”) e URL da home (“homeurl”) no banco de dados. Portanto, se você transferir o seu site WordPress do localhost para o servidor, por exemplo, o site não vai carregar! Isso ocorre porque o caminho absoluto ainda está apontando para o seu localhost. Você vai precisar executar um comando para resolver isso.

Alterar GUID

Depois de migrar seu blog a partir de, por exemplo, localhost, para o servidor ou de um outro domínio para um novo domínio, você terá que corrigir as URLs para o campo GUID na tabela wp_posts. Isto é crucial, porque GUID é usado para montar o slug de seu post do caminho absoluto do artigo correto.

Alterar URL no conteúdo

O WordPress utiliza caminhos absolutos no URL ao invés de um caminho relativo quando vai armazená-los no banco de dados. Dentro do conteúdo de cada registro de artigo, ele armazena todas as URLs antigas referenciando as fontes antigas. Portanto, você precisará alterar todas essas URLs com o endereço do novo domínio.

Alterar apenas o caminho das imagens

Caso seja preciso alterar o domínio das imagens inseridas nas páginas e artigos, esta solução vai ajudar você a fazer isso de forma simples.

Também é preciso atualizar o GUID para o tipo “attachment” com a seguinte instrução SQL:

Atualizar Post Meta

Atualizar Post Meta funciona quase da mesma maneira como atualizar a URL no conteúdo do post. Se você tiver dados extras para cada post, você pode usar a seguinte instrução para alterar todos eles.

Alterar o nome usuário padrão “admin”

Apesar de que na versão 3 do WordPress o usuário “admin” poderá ser alterado no momento da instalação, não custa deixar para a posteridade a dica de como alterar o nome do “admin”.

Resetar password

Já quis resetar sua senha no WordPress mas, por algum motivo, não conseguiu usar a seção para resetar o password? Eis a solução:

Transferir artigos de um autor para outro

Para transferir os artigos de um autor para outro, você gasta um tempo enorme se fizer isso manualmente. Com o comando SQL a seguir, é possível fazer isso facilmente. Para a dica, é preciso saber o ID dos autores.

Apagar revisões

Quando se está editando um artigo no WordPress, é comum cópias de segurança serem feitas para garantir o trabalho feito. São as chamadas “revisões”. Com o tempo, o número de registros de revisões fica grande e isso pode comprometer a performance do banco de dados. Para apagar todas as revisões de artigos, dê o seguinte comando SQL:

Lembrando que este é o comando para apagar revisões já feitas. Caro queira desativar o recurso (ou limitar o número de revisões), saiba como neste artigo sobre como limitar e desativar revisões de posts no WordPress.

Apagar post meta

Instalar e remover plugins é algo corriqueiro quando se trabalha com WordPress. Alguns plugins precisam de criar alguns post meta para funcionarem corretamente e, para esses casos, não é raro o acontecimento de, mesmo depois de o plugin ser desinstalado, algum “garbage meta” ficar enchendo o BD desnecessariamente. Uma limpeza em algum valor de post meta, às vezes, se faz necessária.

Exportar todos os e-mails de comentários

Quanto mais tempo seu blog/site fica no ar, é provável que mais comentários receba nos artigos publicados. Se, por algum motivo, for preciso uma listagem com e-mail de todas as pessoas que já comentaram até então, basta executar o seguinte comando:

Uma vez que a listagem esteja concluída, exporte tudo através do phpMyAdmin.

Apagar todos pingbacks

A medida que o site/blog fica no ar – e se você tiver bom conteúdo a oferecer – o número de pingbacks começa a influenciar a qualidade do banco de dados. Para apagar todos pingbacks, proceda da seguinte maneira:

Apagar todos comentários de SPAM

Sem maiores explicações, eis a maneira de deletar todos os comentários marcados como SPAM:

Identificar tags não usadas

Num banco de dados WordPress, se você executar alguma query SQL para apagar posts, as tags relacionadas não serão apagadas e continuarão aparecendo na nuvem de sugestão de tags e listagem de tags. Para identificar esse tipo de tag, execute a seguinte instrução SQL:

Lembre-se: é sempre bom fazer um backup completo de seu banco de dados antes de executar queries SQL (principalmente se você não souber muito bem o que está fazendo)!